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Coimbra

Presidente da Câmara da Lousã diz ser “urgentíssimo” projeto do Metro Mondego

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O presidente da Câmara da Lousã, Luís Antunes, considerou hoje “urgentíssimo” que o Governo dê continuidade ao projeto do Metro Mondego no Ramal da Lousã, no qual já foram investidos cerca de 140 milhões de euros suportados pelo Estado.

“Vejo com muito desagrado e angústia a falta de resposta da tutelas aos ofícios que enviámos, porque há muito dinheiro investido a degradar-se que, a não ter continuidade, será desbaratado”, disse o autarca socialista à agência Lusa.

O Ramal da Lousã foi desativado há quase quatro anos, estando concluída, no âmbito do projeto, parte das empreitadas entre Alto de São João (Coimbra) e Serpins (Lousã), correspondentes à Linha Verde, primeira fase do Metro Mondego (MM), e que representam um investimento de cerca de 140 milhões de euros, incluídos num montante global de 447 milhões de euros.

Faltam as obras até Coimbra B e os trabalhos de colocação de plataformas na via, dos carris, bem como de toda a catenária (sistema de alimentação elétrica) – que foram suprimidos no final de 2010 – nas duas empreitadas parcialmente concluídas.

“Há muito trabalho já feito que permite candidatar o projeto a fundos comunitários, pelo que deve ser uma das prioridades do Governo, numa altura em que está a ser feita a listagem de projetos prioritários para o novo quadro comunitário de apoio”, frisou Luís Antunes.

O autarca considera “urgentíssimo” que o Governo, o ministro da Economia e o secretário de Estado dos Transportes, sobretudo, “sejam coerentes com tudo o que tem sido assumido e diligenciem rapidamente no sentido do projeto ter continuidade”.

Numa carta enviada em agosto ao ministro da Economia, Pires de Lima, da qual diz não ter obtido resposta, o presidente do município da Lousã recordou que a implementação do projeto “não corresponde a um novo serviço alicerçado em novas infraestruturas, mas sim à qualificação de um serviço centenário, cuja modernização esteve em curso, sendo visíveis no terreno os avultados investimentos já feitos”.

Já no âmbito da iniciativa CRER 2020 – Competitividade Responsável, Estruturante e Resiliente, promovida pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, o autarca assumiu que a concretização do projeto Metro Mondego “é uma revindicação justa e pertinente das populações que, desde 2009, se viram privadas – porque o serviço está suspenso – do transporte ferroviário, com a perspetiva da implementação de um serviço mais moderno e qualificado”.

Luís Antunes sublinhou ainda “que a sub-região de Coimbra e os municípios da Lousã e Miranda do Corvo apresentam evidentes problemas de mobilidade, decorrentes da situação em que se encontra o projeto e que carecem, urgentemente, de ser resolvidos”.

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