Política
Presidenciais: Seguro vota confiante no “bom senso dos portugueses”
Imagem: Reprodução Lusa
O candidato presidencial António José Seguro disse hoje que votou com “muita emoção e muita esperança”, acreditando no “bom senso dos portugueses” que não irão desperdiçar uma oportunidade para decidir o futuro do país.
“Eu hoje votei com muita emoção e votei com muita esperança no futuro de Portugal. É isso que neste momento está a acontecer. Cada portuguesa e cada português estão a decidir o futuro do nosso país. Eu acredito no bom senso dos portugueses”, disse aos jornalistas o candidato à Presidência da República apoiado pelo PS, que votou esta manhã, pelas 10:15, na Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, nas Caldas da Rainha, acompanhado pela mulher, Margarida Maldonado Freitas.
Seguro disse acreditar “que os portugueses vão mobilizar e vão votar”, considerando que querem “contribuir para o futuro do país”.
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“Eu acredito no bom senso dos portugueses e também acredito que os portugueses não vão desperdiçar esta oportunidade para decidir, do seu ponto de vista, qual é o futuro do nosso país”, enfatizou.
Questionado sobre se temia uma elevada abstenção, o ex-líder do PS mostrou-se confiante na participação eleitoral e disse esperar “que os portugueses vão votar”.
“Esta é uma oportunidade para que cada português possa decidir o futuro do nosso país. É o futuro do nosso país que está a ser decidido. Eu tenho confiança, mas vamos esperar pelos resultados [da abstenção]. Eu espero e faço esse apelo para que os portugueses venham votar e se mobilizem, para que não deixem ser outros a escolher por eles próprios”, apelou.
Seguro defendeu que “o voto de cada português conta”.
Sobre o resto do seu dia, o candidato apoiado pelo PS disse que queria ir “ver o mar”, seguindo-se “um almoço em família” e depois a preparação para a noite eleitoral enquanto aguarda pelos resultados com “muita serenidade, com muita tranquilidade e com muita confiança”.
Seguro e a mulher chegaram juntos à escola secundária, mas no corredor separaram-se para cada um ir para a sua mesa de voto.
O candidato votou na mesa número 2, onde não havia fila e por isso não teve que esperar para poder colocar o seu voto na urna.
Cumprimentou os elementos da mesa, disse que estava “um sol magnífico” e desejou-lhes um “dia muito tranquilo”.
Depois de sair, foi ao encontro da sua mulher na mesa de voto onde estava e esperou por ela para fazer as declarações aos jornalistas, já no exterior, tendo ao longo de todo o percurso sido cumprimentados por muitas pessoas, algumas delas conhecidas, e até tirado fotografias.
As assembleias de voto para as eleições presidenciais abriram às 08:00 de hoje em Portugal Continental e na Madeira, encerrando às 19:00.
Nos Açores, as mesas de voto abrem e encerram uma hora depois em relação à hora de Lisboa, devido à diferença horária.
Mais de 11 milhões de eleitores são chamados a escolher o novo Presidente da República, que irá suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, que atingiu o limite de mandatos, sendo 11 os candidatos aceites, um número recorde.
Se um dos candidatos obtiver mais de metade dos votos validamente expressos será eleito já hoje chefe de Estado. Caso contrário, haverá uma segunda volta, em 08 de fevereiro, com os dois mais votados no sufrágio.
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