O candidato presidencial António José Seguro pediu hoje que não se dispersem votos porque é preciso que democracia e a saúde e escolas públicas “passem à segunda volta”, e insistiu na importância de ficar em primeiro lugar.
Nas últimas horas da campanha presidencial, António José Seguro dedicou parte da sua tarde a um momento na cidade onde mora, nas Caldas da Rainha, com uma arruada e uma pequena festa, à qual se juntou, pela primeira vez, a sua família, a mulher Margarida e os filhos Maria e António.
“As sondagens não elegem presidentes, é o voto do povo que elege presidentes. Aquilo que eu vos quero pedir é que todos os democratas, todos os progressistas, todos os humanistas concentrem o voto na nossa candidatura e não dispersem os votos em candidaturas que não possam passar à segunda volta”, insistiu.
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Para o candidato presidencial apoiado pelo PS, o voto em si é necessário para que “a democracia, a saúde pública, a escola pública, o serviço social público passem à segunda volta”.
“E passemos em primeiro a essa segunda volta. Não por nós, mas por Portugal”, reiterou.
Referindo que na sua candidatura há “pessoas de todos os quadrantes políticos”, Seguro foi questionado sobre a acusação do opositor Luís Marques Mendes de que seria “um pouco passivo”.
“Nos últimos dias tenho sido vítima de vários ataques de todos os candidatos. Eles podem atacar, mas eu não respondo. Eu vim para elevar o nível do debate político em Portugal”, respondeu apenas.
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