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Prémio Municipal de Arquitetura de Coimbra com prémio de 10 mil euros

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As candidaturas ao Prémio Municipal de Arquitetura Diogo de Castilho decorrem até 31 de maio divulgou hoje a Câmara Municipal de Coimbra em comunicado.

O prémio pecuniário a atribuir ao vencedor será de 10.000 euros, tendo sido aprovado na reunião do executivo municipal de 22 de março.Esta iniciativa municipal tem como objetivo premiar obras cuja concepção e qualidade arquitetónica sejam relevantes exemplos na realidade edificada em Coimbra.

O Prémio Municipal de Arquitetura Diogo de Castilho destina-se a distinguir “obras, cuja conceção e qualidade arquitetónica sejam relevantes exemplos na realidade edificada do município”, lê-se no regulamento, sendo que podem concorrer ao prémio “arquitetos na qualidade de autores de projetos de arquitetura de obras de construção, de reconstrução, de alteração e de ampliação, bem como de arranjos urbanísticos e de tratamento de espaços exteriores de uso público, relativos a obras concluídas até ao ano civil anterior ao da atribuição do prémio”, no caso até 31 de dezembro de 2020.

O presidente da Câmara de Coimbra determinou, em edital, que as candidaturas se encontram abertas até ao próximo dia 31 de maio. O vencedor da edição deste ano vai receber um prémio pecuniário de 10.000 euros, tal como aprovado pelo executivo municipal em 22 de março.

As condições de candidatura e o Regulamento do Prémio podem ser consultados no sítio da internet do Município de Coimbra, na área Transparência, Regulamentos e Planos Municipais.

Recorde-se que na última edição, em 2019, o Prémio de Municipal de Arquitetura Diogo Castilho foi atribuído ex-áqueo, por decisão unânime do júri, aos arquitetos Alexandre Barreto Saraiva Dias e Maria Amália Henriques Carvalho Magalhães Freitas, pela coautoria do projeto das novas instalações da Plural, Cooperativa Farmacêutica; e aos arquitetos Luísa de Bebiano, Carlos Antunes e Desirée Tomás Pedro, pela coautoria do projeto de reabilitação do edifício da Cerâmica Antiga de Coimbra. Foi ainda atribuída uma menção ao arquiteto Jorge Manuel Horta e Vale Teixeira Dias, pela reabilitação de habitação unifamiliar na rua dos Combatentes da Grande Guerra nº. 159 a 161, em Coimbra.

Já em 2017, o Prémio Municipal de Arquitetura Diogo Castilho foi atribuído ao arquiteto João Mendes Ribeiro, pela reabilitação das estufas tropicais e espaço ciência “in situ” do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, tendo sido atribuída Menção Honrosa aos arquitetos Alexandre Dias e Maria Amália Freitas, pelo trabalho no Colégio Dandélio, Creche e Jardim de Infância da APPACDM.

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