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Portuguesa dada como ferida em incêndio na Suíça estava no hospital por acidente doméstico

Notícias de Coimbra com Lusa | 1 hora atrás em 02-01-2026

A emigrante portuguesa que tinha sido dada como ferida no incêndio na Suíça afinal não foi uma das vítimas da tragédia e estava no hospital de Sion devido a um “pequeno acidente doméstico”, confirmou à Lusa Emídio Sousa.

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Segundo a explicação dada à Lusa pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas (SECP), após uma notícia avançada pelo Jornal de Notícias, a mulher portuguesa de 40 anos, emigrada na Suíça, tinha sido contabilizada pelas autoridades helvéticas como estando entre as vítimas do incêndio mortal que devastou um bar na estação de esqui de Crans-Montana, no cantão de Valais (sudoeste).

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A emigrante portuguesa tinha-se dirigido ao hospital de Sion na noite de 31 de dezembro “devido a um pequeno acidente doméstico”, explicou o secretário de Estado que indicou que esta informação lhe foi confirmada pela cônsul-geral em Genebra, Maria Leonor Penalva Esteves.

“A cidadã portuguesa já teve alta hospitalar”, acrescentou o SECP.

Permanece desaparecida uma cidadã portuguesa, originária de Santa Maria da Feira, no distrito de Aveiro. Todavia, não se conhecem ainda os contornos do seu desaparecimento e se este está relacionado com o incêndio na estação de esqui.

Segundo Emídio Sousa, foi criada uma linha de apoio junto da embaixada e do consulado português na Suíça para que as pessoas que tivessem algum ente próximo desaparecido – familiar ou amigo – informassem o ministério dado que existem corpos por identificar e porque “muitas das vítimas estão internadas, mas não estão identificadas”.

O secretário de Estado salientou que Portugal está completamente disponível para “tudo o que seja necessário” e que confia que as autoridades suíças “estão à altura deste desafio”.

O incêndio mortal causou, até ao momento, 40 mortes e 119 feridos.

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