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Política

Portugal “tem todo o interesse” em ser país de pré-posicionamento de meios aéreos

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O ministro da Administração Interna (MAI) disse hoje que Portugal “tem todo o interesse” em ser um país de pré-posicionamento de meios aéreos financiados pela União Europeia (UE) para combate a incêndios florestais.

“Estamos a falar do pré-posicionamento de meios financiados pela UE. Aquilo que defendemos junto da UE e da comissão [europeia] foi, por um lado, que houvesse um reforço de meios e que fosse mais atempado e não esperar por 2026/2027”, afirmou José Luís Carneiro à margem da cerimónia do 139.º aniversário do Comando Distrital de Castelo Branco da PSP.

O governante, que na sua agenda incluiu uma visita ao Aeródromo Municipal de Castelo Branco, explicou aos jornalistas que transmitiu à UE o interesse de Portugal em ser um país de pré-posicionamento de meios aéreos.

“Se não for possível fazê-lo exclusivamente com Portugal, sugerimos – e já conversei com o ministro do Interior espanhol – que pudéssemos utilizar o Centro de Meios Aéreos de Castelo Branco, na medida em que permite apoiar o conjunto da Península Ibérica a partir deste espaço. Vamos aguardar pelas decisões da Comissão Europeia”, sustentou.

Segundo o governante, esta decisão surge na sequência de uma reunião dos ministros do Interior da UE que decorreu em setembro e na qual foram tomadas várias decisões para as quais Portugal deu o seu contributo.

Uma das decisões tomadas foi reforçar já (e não esperar por 2026 e 2027) os meios aéreos ao dispor do mecanismo europeu de Proteção Civil.

Foi ainda decidido antecipar o tempo da disponibilidade desses meios (não esperar só pelo verão) e pré-posicioná-los, tendo em vista tempos de resposta mais céleres na mobilização dos meios aéreos para o combate aos fogos florestais.

“Dentro deste objetivo de pré-posicionamento, o que transmitimos à UE foi que, caso não seja possível Portugal ficar como um país só por si, de pré-posicionamento de meios, pode eventualmente colocar-se uma solução integrada com Espanha. E, se essa solução for integrada com a Espanha para a Península Ibérica, Castelo Branco tem condições no seu centro de meios aéreos para acolher esse pré-posicionamento de meios. Esta é uma fase do trabalho que está a ser feito”, concluiu.

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