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Cinema

“Pôr do Sol” do conimbricense Manuel Pureza regressa com “O mistério do colar de São Cajó”

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A série televisiva “Pôr do Sol” regressa em 2023, às salas de cinema em formato longa-metragem, que “continuará a saga do colar mais conhecido de Santarém”, o colar de São Cajó.

O anúncio do filme “Pôr do Sol – O mistério do colar de São Cajó” foi feito no domingo na Comic Con, em Lisboa, e, de acordo com o realizador Manuel Pureza, um dos criadores da série, hoje em declarações à Lusa, “o argumento já está fechado” e a equipa está “em conversações com o elenco, que passa por ter muita gente que participou na primeira e na segunda temporadas”.

“Pôr do Sol” é uma paródia ao formato e aos ingredientes habituais de uma telenovela, com um enredo de drama, crime, amor, traição, sobre a família Bourbon de Linhaça, proprietária da herdade do Pôr do Sol.

A primeira temporada, com 16 episódios, foi exibida em entre 16 de agosto e 03 de setembro do ano passado na RTP1, tendo depois ficado disponível na RTP Play e, mais tarde, na Netflix.

A segunda, com 20 episódios, foi exibida entre 22 de agosto e 02 de setembro, também na RTP1, e o último episódio foi mostrado, à mesma hora que passou na televisão, em nove salas de cinema da NOS por todo o país (Aveiro, Braga, Coimbra, Lisboa, Loulé, Porto e Viseu).

Para Manuel Pureza, em declarações à Lusa em setembro, “a primeira temporada teve um efeito surpresa gigante, apesar de não ser inédita esta sátira às novelas – ‘O diário de Marilu’ e outras brincadeiras que o Herman fazia com alguns formatos”.

Quanto à segunda, a equipa da produtora Coyote Vadio sentiu que “surpreendeu muito as pessoas que já viam a primeira, porque ultrapassou um bocado as expectativas: do ponto de vista técnico, de história, de elenco, que engrossou bastante”.

Na primeira, “foram os corajosos que se aventuraram, não se arrependeram e falaram aos seus amigos”. “Esses mesmos [os corajosos], durante o ano que estivemos em pausa, convenceram meio mundo a ver a estreia da segunda”, disse.

O filme, que, segundo o realizador, “não será um episódio exibido em tela de cinema”, “continuará a saga do colar mais conhecido de Santarém”, o colar de São Cajó, “que está na família Bourbon de Linhaça há mais de 3.500 anos”.

“Queremos que seja um bom filme e não uma coisa de televisão que vazou para uma sala de cinema”, referiu Manuel Pureza, escusando-se a revelar mais detalhes sobre “O mistério do colar de São Cajó”.

Pôr do Sol é uma criação de Manuel Pureza, Andreia Esteves, Rui Melo e Henrique Dias, da produtora Coyote Vadio.

“O mistério do colar de São Cajó” é fruto de um acordo entre a Coyote Vadio, a RTP e a NOS audiovisuais.

A rodagem ainda não começou, “mas já está programada”.

 

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