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Polémica envolve cobertura de esplanadas da Praça da República em Coimbra

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O PSD acusou hoje o executivo socialista da Câmara de Coimbra de “falta de critério e estratégia” perante a escolha das esplanadas da Praça da República para a instalação de coberturas e contrapôs questionando o presidente da Câmara sobre a existência de “um plano para aumentar a área coberta nos Jardins de Infância e Escolas Básicas do Primeiro Ciclo”. Manuel Machado respondeu que todos têm o direito a espaços seguros e que câmara faz o que pode para proporcionar espaços de convívio ao ar livre, em especial aos estudantes universitários.

Foto Mário Martins | Facebook

Contrapondo as coberturas das esplanadas com as escolas, Paulo Leitão alvitrou “não ser prioridade da autarquia aumentar ou criar áreas cobertas nas escolas do concelho”. Acham que, confinar as crianças ao interior dos edifícios, impedindo-as de brincar, ou seja, de serem crianças, deve ficar para segundo plano?”

O vereador social-democrata instou Manuel Machado “a criar um regulamento ou alterar os regulamentos existentes, por forma a apoiar todos os empresários que pretendam instalar coberturas nas esplanadas dos seus estabelecimentos”.

“Se até poderíamos saudar o atípico dinamismo da maioria socialista, mais uma vez fica patente a falta de critério e estratégia” disse Paulo Leitão incitando a autarquia a “garantir um tratamento de igualdade para todos os estabelecimentos de bebidas e restauração”. “Está o Sr. Presidente preparado para adotar a mesma medida para todos os estabelecimentos que o solicitem? – perguntou.

O presidente da Câmara disse que “todas as pessoas têm direito a conviver, nomeadamente os estudantes universitários, em sítios estratégicos e a terem condições de conforto e segurança ao ar livre. Manuel Machado, que iniciou a reunião da autarquia com um apelo à responsabilidade de cada cidadão em contexto de pandemia, disse que não querer ver repetidas “cenas irresponsáveis como as dos últimos dias perante a gravidade do que é a pandemia de covid-19.”

“A cidade está a disponibilizar o máximo que pode para as pessoas estarem a conviver nas esplanadas, com o conforto possível e com a segurança devida” e conclui que a autarquia fará as “operações entenda por adequadas para estimular este objetivo”.

A  montagem desta estrutura tem sido comentada nas redes sociais, a maior parte dos escribas questiona oportunidade da obra em tempos de pandemia e pergunta porque é que a Câmara não faz isto noutras áreas da cidade.

O aluguer durante 151 dias da cobertura das  esplanadas dos cafés e bares da Praça da República” custa 19.875,00 euros.

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