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PJ impede venda de duas estelelas funerárias que remontam ao período de ocupação romana

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A Diretoria do Norte da Polícia Judiciária, com a colaboração da Direção Regional de Cultura do Norte, após relevante trabalho de recolha de informação e investigação, logrou localizar, identificar e impedir a venda em leilão de duas estelas funerárias, permitindo que o Estado, em tempo útil, pudesse manifestar o direito de preferência e negociar a compra das mesmas para o Museu da Terra de Miranda.

Segundo o parecer da Direção Regional da Cultura do Norte, as peças em causa são estelas funerárias da época romana e procedem do Nordeste Transmontano, região que parcialmente se integra na circunscrição administrativa antiga designada de civitas correspondente aos Zoelas, a qual se enquadrava no Conventus Asturum, da província Hispania Citerior, sendo provenientes do arqueossítio de Fonte d’Amador, localizado na povoação de Duas Igrejas, concelho de Miranda do Douro.

O valor científico, patrimonial e cultural de ambas as peças arqueológicas é muito elevado, permitindo o conhecimento da ocupação romana da região e bem assim do estudo da romanidade em geral, uma vez que este tipo de monumentos epigráficos indicia a presença de necrópoles que é possível localizar (quando conhecido o contexto original do achado) e revelam dados científicos imprescindíveis ao estudo do mundo funerário, das mentalidades e estrutura da sociedade romana, motivo pelo qual lhes é aplicável regime legal especial de proteção e valorização de bens culturais.

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