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Portugal

PJ da Guarda detém dois suspeitos da autoria de fogos florestais e urbanos

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A Polícia Judiciária (PJ) deteve dois homens, com 66 e 57 anos, por suspeita da prática reiterada dos crimes de incêndio florestal e em prédios urbanos, na zona da Serra da Estrela e no concelho de Mêda.

O Departamento de Investigação Criminal da PJ da Guarda anunciou hoje em comunicado que “identificou e deteve, ao longo das duas últimas semanas, dois presumíveis autores da prática, a título individual e, em ambos os casos, de forma reiterada, de vários crimes de incêndio florestal e em prédios urbanos, geralmente desabitados, ocorridos desde 2018 até ao presente”.

No caso dos incêndios florestais, a fonte explica que “os mesmos vinham ocorrendo, essencialmente, na zona do Parque Natural da Serra da Estrela, entre os quilómetros 25 e 30 da Estrada Nacional n.º 339, sobretudo desde agosto de 2020, com pequenos focos ateados com recurso a engenhos incendiários improvisados, os quais, uma vez detetados, foram sendo eficazmente debelados pelos bombeiros acionados para o local”.

O suspeito da sua autoria é um homem de 66 anos, reformado, que foi submetido a interrogatório judicial e ficou sujeito às medidas de coação de apresentações policiais trissemanais, proibição de saída do concelho de residência e obrigatoriedade de submissão a tratamento psiquiátrico.

Já os incêndios em prédios urbanos, segundo a PJ, ocorriam reiteradamente desde 2018, “tendo por alvo casas de habitação desabitadas ou mesmo já com evidentes sinais de abandono e/ou ruína, situadas, essencialmente, na localidade de Rabaçal, no município da Mêda”, no distrito da Guarda.

O último destes incêndios, ocorrido no passado dia 11, “apesar de atempadamente dominado pelos bombeiros que acorreram ao local, tinha condições de se propagar às respetivas habitações contíguas, algumas das quais habitadas e inseridas no centro da localidade do Rabaçal, todas de idêntica estrutura, com paredes e telhados com elementos em madeira”.

Segundo a fonte, o suspeito da sua autoria é um homem com 56 anos, atualmente sem qualquer profissão habitual conhecida, que foi submetido a interrogatório judicial e ficou sujeito às medidas de coação de apresentações policiais trissemanais e obrigatoriedade de submissão a tratamento psiquiátrico, assim como à proibição de entrada em casas abandonadas.

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