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Coimbra

Petição contra encerramento da Estação Nova de Coimbra dá entrada na Assembleia da República

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 A petição contra o encerramento da Estação Nova de Coimbra (Coimbra-A) deu entrada na Assembleia da República (AR), depois de ter reunido o apoio de 3.411 subscritores, anunciou hoje o movimento que promoveu a iniciativa.

A petição foi entregue em maio na Assembleia da República e foi aceite para ser debatida em junho, afirmou hoje o Movimento Cívico pela Estação Nova (MCEN), em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

A petição defende a manutenção da ligação ferroviária entre Coimbra-B e Coimbra-A, que deverá terminar no início de 2024, no âmbito da implementação do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), que passará a assegurar o transporte entre a Estação Velha (Coimbra-B) e o centro da cidade, através de ‘metrobus’.

De acordo com o MCEN, a petição deverá ser analisada na Comissão de Economia e Obras Públicas do Parlamento, que tem como deputado relator o socialista Pedro Coimbra, eleito pelo círculo eleitoral de Coimbra.

“O MCEN vai continuar a lutar para evitar que este erro histórico, altamente lesivo para milhares de habitantes da cidade e da região, se concretize, prejudicando o sistema de transportes públicos de Coimbra e da região Centro”, frisou o movimento.

O movimento considera que a coexistência entre a ligação ferroviária ao centro da cidade e o SMM pode “ser facilmente implementada, através da adoção de uma das variantes de traçado estudada na fase de projeto”.

Em abril, quando questionada sobre a petição pública que defende a manutenção da ligação ferroviária à Estação Nova, a sociedade Metro Mondego salientou que a discussão de alternativas “radicalmente diferentes” das projetadas é “extemporânea”, ainda para mais tendo o SMM sido concebido desde o seu início partindo do pressuposto que integraria o canal entre Coimbra-A e Coimbra-B.

A hipótese de se manter a ligação ferroviária “iria atrasar de forma expressiva a data de entrada em serviço do SMM”, sublinhou a Metro Mondego, posição corroborada pela Câmara Municipal de Coimbra (CMC) e pelo Ministério das Infraestruturas.

Segundo a Metro Mondego, qualquer alteração relevante levaria a um adiamento do serviço de “pelo menos por mais três anos”.

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