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Penela premeia 156 estudantes na Gala da Educação

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No próximo sábado, dia 9, pelas 21horas, o Pavilhão Multiusos de Penela volta a acolher a Gala da Educação Crédito Agrícola 2021 que vai premiar o desempenho de 156 estudantes do concelho, desde o 1º ano de escolaridade até ao mestrado.

Este evento é uma organização conjunta do município de Penela, do Agrupamento de Escolas Infante D. Pedro de Penela e da Escola Tecnológica e Profissional de Sicó, com o patrocínio do Crédito Agrícola.

A Gala da Educação volta a juntar no Pavilhão Multiusos de Penela os estudantes do concelho, as respetivas famílias, os professores e toda a comunidade escolar para publicamente celebrarem os resultados de mais um ano letivo.

Nesta sua XIV edição, depois das enormes privações que condicionaram fortemente os anos letivos de 2019/2020 e 2020/2021, é tempo de retomar o espírito inconformado que, desde 2007/2008, incentiva o esforço e a superação de todos os envolvidos no processo escolar: famílias, alunos, instituições, profissionais da educação e sociedade civil.

O Crédito Agrícola, que através da Caixa de Crédito Agrícola de Pombal, assume-se como o grande parceiro deste evento, proporcionando a todos os premiados a atribuição de um prémio monetário e a abertura de uma conta bancária.

A Gala da Educação, hoje, tal como há 13 anos, contrariando o registo tendencial de igualar por baixo, assume-se como um conceito, permanentemente renovado, de, ao reconhecer publicamente o mérito daqueles que se distingam pela sua excelência de desempenho, constituir um fator de incentivo para todos os outros.

Excelência de desempenho que, ao não se quedar apenas nos resultados escolares ou académicos, assume uma vertente verdadeiramente inclusiva ao reconhecer também a excelência de desempenho ao nível cívico.

Afinal, a educação é, mais do que um dos caminhos, o caminho que é preciso caminhar para que a sociedade, que somos todos nós, alcance o desenvolvimento que todos desejamos, que todos merecemos e que, acima de tudo, todos queremos ajudar a construir.

Tivesse o Homem, no mais profundo desalento, baixado os braços perante todas as adversidades e problemas com que se deparou ao longo da sua existência e a Humanidade não seria a que hoje todos conhecemos.

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