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Política

Pedro Nuno Santos: Da falta de coerência aos caldos de galinha

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Apologista de ver o PS “ir a jogo em todas as eleições”, o ministro Pedro Nuno Santos acaba de ficar aquém da desejável coerência ao não sair do Governo para se candidatar às presidenciais de 2021.

Apesar de ter mais do que os indispensáveis 35 anos de idade para se perfilar como alternativa a Marcelo Rebelo de Sousa, a quem nega apoio, o ministro das Infra-estruturas demarcou-se, ontem, ruidosamente, de António Costa, que, a 13 de Maio, deu como certa a reeleição do Presidente da República.

Quem ousa alardear tamanha irreverência, fazendo gato-sapato da inclinação de Costa pela recondução de Marcelo, devia privilegiar a coerência a ponto de renunciar a ser governante e candidatar-se à Chefia do Estado.

Por ocasião de uma visita à AutoEuropa, António Costa, que também é o líder do PS, fez o pré-anúncio da recandidatura do PR e deixou implícito que o partido com maior representação parlamentar não deverá apoiar um(a) candidato(a) alternativo(a) a Marcelo Rebelo de Sousa.

Num dos jornais em que trabalhei a sigla PNS, aplicável ao nome do ministro que aspira a liderar o PS, simbolizava que, devido a falta de espaço na edição impressa, podia não sair determinado artigo elaborado pela Redacção.

Neste contexto, PNS significa que Pedro Nuno Santos prefere não saltar. Esquece-se o ministro das Infra-estruturas que coerência e caldos de galinha nunca fizeram mal a quem quer que seja.

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