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“PEÇO PERDÃO SE LHE FIZ MAL”: CASTELO BRANCO PEDE DESCULPAS A BETTY

NOTÍCIAS DE COIMBRA | 1 hora atrás em 13-01-2026

A viver uma experiência radical no Quénia, semelhante ao antigo programa Perdidos na Tribo, José Castelo Branco quebrou o silêncio e falou sobre Betty Grafstein e o processo judicial que se aproxima, no qual é acusado de violência doméstica pela mulher.

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O socialite, de 63 anos, garante que nunca fez mal à companheira, mas admite que os excessos que marcaram a relação possam ter sido mal interpretados. “Peço perdão à Betty se alguma vez lhe fiz mal. Sempre vivemos de excessos, éramos almas gémeas, mas a idade dela pode tê-la fragilizado”, afirma ao ao Correio da Manhã. Castelo Branco diz nunca ter tido consciência de qualquer atitude contra a vontade da mulher. “Se houve algo assim, só espero que me perdoe.”

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Convicto de que será ilibado, José Castelo Branco diz não equacionar outro cenário que não seja a absolvição. Revela ainda que só voltará a ver Betty após existir uma decisão judicial. “Quando acabar o processo, vou visitá-la. Não fui antes para que ela não se sentisse pressionada. Quero que saiba que nunca a deixei sozinha e que me afastei apenas para a proteger.”

O ‘conde’ garante que estará presente em Portugal na altura do julgamento, mas apenas nas datas consideradas essenciais pela defesa. “Trabalho nos Estados Unidos e vivo do meu salário. Não posso mudar-me para Portugal, mas estarei disponível para depor se a Justiça assim entender”, explica, acrescentando que já assinou contratos regulares nos EUA que lhe permitem viver com estabilidade financeira.

José Castelo Branco confessa que o impacto das acusações foi devastador. “Quando tudo aconteceu fiquei muito mal. Muitos viraram-me as costas, mas reinventei-me. Estou a reconstruir-me”, diz, sem esconder a importância de Betty na sua vida. “Ela tem quase 98 anos e não pode partir sem saber que eu sempre a amei. Não imagino a minha vida sem fazer as pazes com a minha Betty.”

A entrevista exclusiva será transmitida na CMTV no próximo dia 18 de janeiro, imediatamente antes do especial dedicado às eleições presidenciais. As declarações foram gravadas durante uma viagem do socialite a uma tribo no Quénia, onde admite os excessos do passado e fala, sem filtros, do processo judicial que ainda o persegue.

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