Conecte-se connosco

Política

PCP diz que aumento do subsídio das polícias aquém do esperado “vai no caminho errado”

Publicado

em

O PCP considerou hoje que o aumento para 100 euros do subsídio de risco para a PSP e para a GNR “vai no caminho errado”, uma vez que “não responde” às reivindicações dos profissionais das forças de segurança.

Em comunicado, os comunistas sustentaram que “o valor aprovado pelo Governo, na sequência da não consensualização com as estruturas sindicais e socioprofissionais das forças de segurança, não responde às legítimas expectativas” dos profissionais da PSP e da GNR.

O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, anunciou hoje que o subsídio de risco para a PSP e GNR será aumentando para 100 euros, aquém das pretensões das forças de segurança.

Em conferência de imprensa, o ministro sublinhou que este aumento representa uma despesa anual de 50 milhões de euros – “um esforço muito significativo” e sem comparação na atual legislatura – ao qual acresce cinco milhões de euros de despesa adicional, o que representa uma despesa permanente de 55 milhões de euros.

Na nota divulgada posteriormente ao anúncio da tutela, o PCP advogou que “a decisão agora tomada pelo Governo vai no caminho errado” e integra um “vasto conjunto de problemas que continuam sem resposta” e que apenas frustram as “legítimas expectativas” dos profissionais da PSP e da GNR.

O Conselho de Ministros aprovou na quinta-feira a atualização do subsídio de risco para a PSP e GNR, uma matéria que tem gerado um diferendo entre os representantes dos profissionais destas forças de segurança e o Governo.

O subsídio de risco é uma das principais e mais antiga reivindicação dos polícias e a atribuição deste suplemento está prevista no Orçamento do Estado deste ano, numa decisão dos partidos da oposição e não do Governo.

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade