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Paralímpicos: Nadador Diogo Cancela do Clube Náutico de Miranda do Corvo foi oitavo classificado

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Diogo Cancela, nadador do Clube Náutico de Miranda do Corvo, foi oitavo classificado nos 200 metros estilos SM8, dos Jogos Paralímpicos, com a marca de 2.33,36, depois de durante a manhã ter conseguido novo recorde nacional da distância (2.30.08).

O nadador admitiu ter ficado “muito cansado” para conseguir qualificar-se para a final, e assegurou ter chegado à prova decisiva “com um sentimento de dever cumprido”.

Diogo Cancela afirmou que agora quer concentrar-se na prova dos 100 metros mariposa, a disputar na sexta-feira, para a qual parte com o objetivo de “melhorar o recorde nacional”.

O nadador português Ivo Rocha mostrou-se hoje “muito feliz” com o oitavo lugar conseguido na final dos 100 metros bruços SB5, dos Jogos Paralímpicos, competição para a qual foi chamado “à última hora”, depois de uma redistribuição de quotas.

“Estou feliz por ter chegado à final, a prova correu bem”, disse o nadador após a final, lembrando que “há um mês estava fora dos Jogos Tóquio2020”, pelo que não fez a preparação que teria realizado, se soubesse “há mais tempo que ia participar”.

Ivo Rocha, que só em 02 de agosto soube que iria participar nos Jogos Paralímpicos, admitiu que chegar a Tóquio e “ir a uma final é um sonho tornado realidade”.

O nadador de Santa Maria da Feira explicou que intensificou os treinos após saber que estaria presente em Tóquio, depois de ter reduzido a carga quando ficou fora da missão portuguesa, devido às quotas impostas pelo Comité Paralímpico Internacional (IPC).

“Quando percebi que estava fora dos Jogos mantive apenas um treino diário, o que não teria acontecido se soubesse logo que vinha”, disse Ivo Rocha, que nadou em 1.43,06 minutos a final dos 100 metros bruços SB5 (deficiência motora), na qual Andrei Granichka, que compete sob bandeira do Comité Paralímpico da Rússia, alcançou o ouro e estabeleceu novo recorde do mundo (1.25,13).

Marco Meneses mostrou-se satisfeito com a participação na final dos 100 metros livres S11 (deficiência visual), na qual foi oitavo, e assumiu ter dado tudo nos primeiros 50 metros, o que lhe permitiu “virar” com o melhor tempo, 33,28 segundos.

“Tentei fazer uma passagem rápida, para fazer o melhor tempo possível, infelizmente não consegui mais, mas estou satisfeito porque consegui duas finais nas duas provas em que participei”, disse.

O nadador de Castro Daire conclui com a marca de 1.12,69 a final ganha pelo ucraniano Mykhailo Serbin, que cronometrou 1.08,63.

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