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Justiça

O Tribunal de Coimbra começa hoje a julgar fraude de 1,2 milhões de euros

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O Tribunal de Coimbra começa hoje a julgar a construtora Soares da Costa e os promotores de um hotel na Tocha que nunca chegou a ser concluído por alegada fraude de 1,2 milhões de euros.

O início do julgamento esteve inicialmente agendado para meados de novembro, mas um dos advogados pediu tempo o para analisar o processo da Turismo de Portugal associado a este caso e o coletivo de juízes foi obrigado a conceder a todos os intervenientes um prazo para análise da documentação, obrigando ao adiamento do início da audiência.

A Soares da Costa, dois ex-responsáveis daquele grupo de construção civil, e três promotores de um hotel de cinco estrelas na Praia da Tocha, Cantanhede, assim como as duas empresas que estes terão utilizado para o negócio são julgados por uma eventual fraude na obtenção de apoios da Turismo de Portugal.

No processo, o Ministério Público pede a restituição de 1,2 milhões de euros obtidos indevidamente através de um programa de apoio da Turismo de Portugal, acrescidos de 150 mil euros de juros, refere a acusação a que a agência Lusa teve acesso.

Em causa, está um projeto de construção de um hotel de cinco estrelas com spa na Praia da Tocha, candidatado ao Programa de sistema de Incentivos à Inovação, da Turismo de Portugal.

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