Política

O inferno de Pedrógão Grande não pode ser esquecido

Notícias de Coimbra | 1 mês atrás em 17-06-2024

O primeiro-ministro recordou hoje as vítimas dos incêndios de Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos em 2017 e expressou o compromisso de que “estes territórios não caiam no esquecimento”.

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No dia em que passam sete anos do incêndio que se iniciou em Pedrógão Grande (distrito de Leiria) e que causou 66 mortos, Luís Montenegro recordou a data com uma mensagem nas redes sociais.

“Hoje é dia para recordar as vítimas e familiares marcados por esta tragédia. E para reforçar o compromisso para que não se volte a repetir e estes territórios não caiam no esquecimento”, referiu o chefe do Governo.

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O incêndio que deflagrou em 17 de junho de 2017 em Pedrógão Grande e alastrou a concelhos vizinhos provocou 66 mortos e mais de 250 feridos, sete dos quais graves, destruiu meio milhar de casas e 50 empresas.

Em outubro do mesmo ano, outros incêndios na região centro fizeram 49 mortos e cerca de 70 feridos, registando-se ainda a destruição, total ou parcial, de cerca de 1.500 casas e mais de 500 empresas.

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Este ano, o Presidente da República decidiu assinalar o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas em três concelhos do distrito de Leiria afetados pelos incêndios de 2017 – Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera -, comemorações a que se juntou no dia 10 de Junho o primeiro-ministro, Luís Montenegro.

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