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O erro que praticamente todos cometem com a máquina de café

NOTÍCIAS DE COIMBRA | 2 horas atrás em 13-01-2026

Imagem: depositphotos.com

Se é daqueles que começa o dia com um café quente e reconfortante, atenção: a sua máquina doméstica de café pode ser um verdadeiro “hotel de luxo” para bactérias e fungos. Estudos recentes revelam que o mito de que a água quente esteriliza o equipamento é totalmente falso.

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A temperatura da água nas máquinas domésticas, geralmente entre 70ºC e 85ºC, não é suficiente para eliminar microrganismos. Além disso, a água passa apenas pelos tubos internos, deixando intactas as zonas críticas onde os perigos se acumulam.

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Os principais focos de contaminação são: o reservatório de água: a humidade e o calor criam um biofilme, uma colónia de bactérias que adere às paredes. Acrescentar água nova sobre a velha só alimentará estas bactérias e a gaveta das cápsulas – restos de café húmido, calor residual e escuridão tornam este espaço perfeito para bolores e fungos. Os esporos podem acabar na tua chávena… e nos pulmões, pode ler-se no Leak.

Se o café tiver um travozinho azedo ou a mofo, sair mais frio do que o habitual ou houver cheiro estranho a pano molhado, é hora de parar imediatamente de beber.

Não é preciso substituir a máquina. Basta mudar a rotina:

  1. Depósito de água: lavar diariamente ou pelo menos semanalmente com detergente e esponja. Nunca deixes água estagnada.
  2. Abertura total: ejeta a cápsula imediatamente após o café e deixa a gaveta ou alavanca aberta para secar o interior.
  3. Vinagre ou descalcificante: limpezas internas regulares ajudam a eliminar o que a água quente não consegue.

Com estes cuidados simples, é possível manter o café seguro e saboroso, evitando que a primeira bebida do dia se transforme num risco para a saúde.

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