Política

Nuno Freitas “livre” ao lado de Cotrim de Figueiredo no comício de Coimbra

António Alves | 19 segundos atrás em 13-01-2026

“Estou aqui em nome da liberdade, por ser uma pessoa livre, por prezar muito a liberdade de pensamento, por prezar muito a liberdade de ação, de iniciativa, de reunião”, afirmou o médico social-democrata.

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Foi ao som de “Thunder”, dos AC/DC, que Cotrim de Figueiredo entrou na sala principal do restaurante “República da Saudade” em Coimbra. Depois de comentar a sondagem da RTP para o canal público de televisivo, o candidato teve oportunidade de cumprimentar a maioria dos presentes na sala.

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Entre vivas a Portugal e Cotrim, o eurodeputado dirigiu-se para a sua mesa onde, de bandeira de Portugal na mão, o aguardava o médico e antigo líder da concelhia social democrata Nuno Freitas.

Foi este o orador convidado do jantar-comício conimbricense do economista e antigo líder da Iniciativa Liberal. Já no púlpito, Nuno Freitas começou por explicar que a sua presença naquele jantar tinha apenas e só a ver com “a liberdade”.

Depois, e citando Sá Carneiro, afirmou que tal como ele é adepto “do voto direto e universal das pessoas livres do país” e que numa eleição como aquelas que são a Presidência da República devem pautar-se “pela liberdade”.

“Ser homem é ser livre. Cortar a liberdade é despersonalizar. Suprimir a liberdade é desumanizar”, frisou.

Relativamente ao ato eleitoral de domingo 18 de janeiro, Nuno Freitas referiu que em causa estão
“competências próprias para enfrentar os próximos 10 anos”. “Nós não sabemos que vão ser 10 anos, provavelmente com dias difíceis, nós sabemos que o mundo está complexo, está difícil, vemos desafios da inteligência artificial, desafios climáticos e da biodiversidade, conflitos armados, nós vemos tudo isto acontecer dentro das nossas próprias, digamos, atingirmos nas nossas próprias, na nossa família, na nossa comunidade mais pequena, ou na nossa comunidade nacional”, explicou.

Como tal, o cargo de presidente deve ser assumido por quem “compreenda a complexidade do mundo e que nos traga para uma outra perspetiva”. “Estamos a falar de um líder de um país que nos deve inspirar a todos para algo mais”, afirmou, recordando a palavra que mais tem sido dita pelo candidato: exigência.

“João, eu estou aqui porque vi em si, na sua candidatura, essa expressa, essa confiança, essa ideia de que nós podemos fazer mais do que estamos habituados a fazer”, afirmou.

Veja o Direto NDC com o discurso de Nuno Freitas

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