MOBILIDADE

Novo motor Turbo 100 da Peugeot promete mais desempenho e menos consumos

Notícias de Coimbra | 28 minutos atrás em 17-03-2026

A Peugeot apresentou o seu novo motor a gasolina “Turbo 100”, uma proposta de terceira geração concebida para reforçar o prazer de condução, ao mesmo tempo que melhora a eficiência e a fiabilidade. Este novo bloco estará disponível nos modelos Peugeot 208 a partir de março e no Peugeot 2008 a partir de maio de 2026.

PUBLICIDADE

O motor Turbo 100 integra cerca de 70% de componentes novos, incluindo elementos fundamentais como o turbocompressor, o sistema de injeção, o bloco de cilindros, os pistões e a corrente de distribuição. Trata-se de um motor de três cilindros com 1.199 cm³, capaz de desenvolver 101 cavalos de potência às 5.500 rotações por minuto e um binário máximo de 205 Nm logo a partir das 1.750 rpm, garantindo uma resposta eficaz em diferentes regimes de condução.

PUBLICIDADE

Um dos principais destaques é o novo turbocompressor de geometria variável, que permite uma melhor resposta a baixa rotação, facilitando a condução em ambiente urbano e em manobras de ultrapassagem, contribuindo para uma experiência de condução mais dinâmica e progressiva.

Ao nível da eficiência, o motor recorre a um sistema de injeção direta de alta pressão de 350 bar, aliado a uma distribuição variável que reduz a fricção interna. A adoção do ciclo Miller, juntamente com uma elevada taxa de compressão e novos componentes nos pistões, contribui para uma melhoria da eficiência térmica e para a redução dos consumos e emissões.

No campo da fiabilidade, a Peugeot apostou na introdução de uma corrente de distribuição, que oferece maior durabilidade face às soluções tradicionais. O motor foi também alvo de exigentes testes de resistência, acumulando mais de 30.000 horas em bancos de ensaio e mais de 3 milhões de quilómetros em estrada, com vários veículos a ultrapassarem os 200.000 quilómetros.

Por fim, os modelos equipados com o novo motor Turbo 100 beneficiam de um plano de manutenção mais espaçado, com revisões programadas a cada dois anos ou 25 mil quilómetros, complementadas por uma verificação intermédia anual, reduzindo assim os custos de utilização para os condutores.

PUBLICIDADE