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“Não quisemos um livro grande, mas fizemos um grande livro”, disse João Gouveia Monteiro

António Alves | 12 meses atrás em 22-03-2023

Um dos coordenadores da obra “Cinco Joias”, que esta quarta-feira foi apresentado na Universidade de Coimbra, referiu que a escolha dos cinco locais classificados como Património Mundial da Unesco foi fácil e que, em nenhuma altura, “hesitámos nas escolhas”.

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Para João Gouveia Monteiro, a Biblioteca Joanina, a Capela de São Miguel e o seu órgão de tubos barroco e o Jardim Botânico encabeçavam as preferências, tendo a última escolha sido o Museu Nacional Machado de Castro, que só em 2019 passou a integrar a lista de património com a chancela da Unesco. “Não quisemos um livro grande, mas fizemos um grande livro”, afirmou.

Ao intervir na Capela de São Miguel, e perante o reitor Amílcar Falcão e o presidente da Associação Ruas Francisco Veiga, o docente solicitou que a listagem das joias englobe noutra publicação o valioso património artístico e botânico que a instituição detém. Um trabalho que deve ser feito “de forma integrada e multidisciplinar”.

Amílcar Falcão reconheceu que manter este património não tem sido fácil. As intervenções, afirmou, estão a ser pagas com verbas da Universidade de Coimbra, solicitando ao Estado para que encontre uma política “sobre o património desta qualidade”.

Convidado para intervir pelo atual responsável, o antigo reitor Seabra Santos recordou o trabalho desenvolvido nos seus dois mandatos e que levaram a que em 2013 a Unesco tivesse aprovado a candidatura a Património Mundial. “Uma decisão que me enche de alegria”, disse.

O livro pode ser adquirido na Loja da Universidade ou na loja online da Imprensa da Universidade e tem um custo de 35 euros. Se preferir, pode obtê-lo gratuitamente em formato digital.

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