Com a chegada da primavera, os mosquitos voltam a incomodar, mas não é o “sangue doce” que os atrai.
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Um estudo do MIT e do Instituto de Tecnologia da Geórgia revela que estes insectos procuram dióxido de carbono e cores escuras nas roupas, concentrando-se sobretudo na cabeça e nos ombros, onde a respiração é mais intensa.
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Os investigadores criaram o primeiro modelo tridimensional do voo do mosquito Aedes aegypti, responsável por transmitir dengue, zika e febre amarela. O estudo mostrou que cada mosquito reage de forma independente aos estímulos do ambiente, mas acaba por convergir no mesmo local, como se seguissem um algoritmo, indica o Sol.
As experiências confirmaram que roupas claras, como branco ou bege, tornam a pessoa menos visível, enquanto tecidos escuros atraem os insectos. Aplicar repelente, cobrir cabeça e ombros e evitar exercício físico intenso ao anoitecer são medidas eficazes para reduzir o risco de picadas,
Em Portugal, o mosquito tigre (Aedes albopictus) continua a expandir-se, especialmente nas regiões costeiras e no Algarve. As descobertas ajudam a compreender melhor o comportamento destes insectos e a adotar estratégias simples para se proteger durante os meses mais quentes.
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