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Não adesões aos testes à covid-19 na Universidade de Coimbra têm aumentado

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A Universidade de Coimbra regista uma taxa de adesão aos testes à covid-19 de cerca de 30%, com a percentagem “de não adesões” a ter-se acentuado a partir de 17 de maio, afirmou hoje à agência Lusa a instituição.

Entre 20 de abril e hoje, a Universidade de Coimbra (UC) já realizou 12.000 testes a toda a comunidade académica, tendo uma taxa de adesão de cerca de 30% do total de convocatórias remetidas ao universo de estudantes e funcionários, disse a instituição do ensino superior, numa resposta por e-mail à agência Lusa.

A UC notou que tem-se acentuado a percentagem de não adesões na 2.ª campanha de testes (realizada a partir de 17 de maio), “apesar dos esforços de sensibilização promovidos pela Universidade”.

Hoje, o jornal Público noticiou que na Universidade de Lisboa a adesão dos estudantes convocados à testagem passou de dois terços para um terço e que no Politécnico de Setúbal a taxa passou de 70% para os 15%.

Para o presidente da Associação Académica de Coimbra (AAC), João Assunção, a baixa taxa de adesão na UC pode justificar-se pelo facto de “haver muitos colegas que continuam deslocados e que não estão na universidade”.

“Nesta fase final do semestre, muitos já poderão ter saído de Coimbra e isso pode estar associado à taxa de adesão, até porque a convocatória não tem em conta se o estudante está na academia ou não”, explicou.

Para João Assunção, não se justifica uma testagem obrigatória, considerando que essa medida “responsabiliza demasiado e de forma gravosa uma determinada geração”, caindo na ideia de “culpabilização dos mais jovens com a pandemia, o que não é de todo real”.

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