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Museu do Pão assinala 20 anos com prémio dedicado à investigação científica

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O Museu do Pão, em Seia, vai assinalar os 20 anos com a primeira edição de um prémio anual “destinado a evidenciar e a divulgar a investigação científica em torno do pão e dos cereais panificáveis”.

“A celebrar 20 anos a 26 de setembro de 2022, o Museu do Pão lança nessa mesma data a primeira edição de um prémio que será atribuído trienalmente a três áreas disciplinares: Nutrição/Alimentação, Engenharia Alimentar e História e outras Ciências Sociais”, anunciou hoje o grupo empresarial proprietário do espaço museológico situado em Seia, na serra da Estrela, no distrito da Guarda.

Este ano, o âmbito do prémio será a Nutrição/Alimentação e podem candidatar-se “investigadores que sejam autores de dissertações validadas de mestrado ou de tese de doutoramento, apresentadas em instituições de ensino superior em Portugal e que se enquadrem na área temática anual do prémio”.

As candidaturas devem ser submetidas até ao dia 18 de maio de 2023, Dia Internacional dos Museus, e serão analisadas “por um júri de excelência que anunciará o vencedor no dia de aniversário do Museu do Pão, em 2023, numa cerimónia presencial”.

O vencedor do prémio será reconhecido com a publicação do seu trabalho em livro, sob a chancela do Museu do Pão, e ganhará, ainda, uma estadia para duas pessoas, durante uma noite, numa unidade hoteleira de Coimbra.

O Museu do Pão lança a primeira edição do seu prémio anual, “destinado a evidenciar e a divulgar a investigação científica em torno do pão e dos cereais panificáveis”, como marco dos seus 20 anos de existência.

Os trabalhos submetidos a concurso serão avaliados por um júri constituído por seis elementos: Isabel Sousa (professora no Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa), Isabel Dinis (professora coordenadora na Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra), Dulce Freire (especialista na área dos cereais e historiadora na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra), Joel Cleto (arqueólogo e historiador), Tiago Quaresma (administrador do Grupo O Valor do Tempo, detentor do Museu do Pão) e Michael Fonseca (panificador no atelier do Museu do Pão).

Inaugurado em setembro de 2002, o Museu do Pão “é uma das maiores referências da museologia em Portugal e o maior complexo dedicado ao tema em todo o mundo”, referiu a empresa proprietária do espaço museológico, em comunicado enviado à agência Lusa.

“É um dos museus mais visitados em Portugal, com a particularidade de estar localizado em Seia, na serra da Estrela, e acolhe, anualmente, milhares de pessoas que ali gostam de aprender sobre o mais universal dos alimentos, partilhar momentos e reviver memórias”.

O Museu do Pão, uma marca do grupo empresarial O Valor do Tempo, oferece uma experiência multissensorial através da visita às quatro salas temáticas, um bar biblioteca, uma mercearia tradicional e um restaurante.

O espaço “recolhe continuamente, preserva e exibe objetos e património do pão português nas suas vertentes etnográfica, política, social, histórica, religiosa e artística”.

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