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IKEA processou Câmara de Coimbra? Terá pedido indemnização de 25 milhões!

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José Manuel Silva, líder e vereador do movimento Somos Coimbra, informa no seu Facebook que é “nossa obrigação comunicar aos conimbricenses que o IKEA processou a CMC numa acção com o valor indemnizatório potencial de 25 milhões de euros, pelo motivo que consta na foto em anexo (Fonte: Grandes Opções do Plano CMC 2018)”.

JOSÉ MANUEL SILVA


Provavelmente, esta acção significa que o IKEA desistiu definitivamente da sua instalação em Coimbra, com todas as inerentes consequências para o Concelho, lamenta José Manuel Silva.

Prossegue o médico: Será que este processo judicial não tem importância para Coimbra? O movimento #somoscoimbra considera que sim, por isso, perante os aparentes silêncios e por uma questão de transparência e respeito pelos munícipes, entendemos transmitir esta informação.

José Manuel Silva terá retirado esta informação de documentos distribuídos aos vereadores,aos quais a comunicação social não tem acesso, por proibição do Presidente da Câmara.

A ação Administrativa Comum indica que a estimativa de pagamento dos 25 milhões se destina ao “Pagamento de damos patrimoniais decorrentes da prática de atos administrativos- deferimento do PIP apresentado pelo IKEA, decisão de abandono da EU do Planalto de Santa Clara e ilegalidade da omissão de deteção atempada da mancha de sobreiros existentes”.

Pelo que é possível ver o processo 736/14.9BECBR remonta ao ano de 2014, é do Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra, sendo o mesmo mencionado no relatório de gestão  da CMC referente a esse ano. 

ikea 2

Fazemo-lo agora porque foi ultrapassado o prazo de 18 de Fevereiro citado como limite para o IKEA apresentar o seu projecto para Coimbra, pelo que já não há riscos de qualquer interferência eventualmente prejudicial, acrescenta José Manuel Silva.

ikea somos coimbra
“Quem de direito que investigue, questione e informe, se entender pertinente”. Notícias de Coimbra acha pertinente e vai procurar saber mais junto da IKEA e da Câmara Municipal de Coimbra.

Ikea2

No dia 15 de fevereiro, a multinacional sueca afirmou que “neste momento, não temos nenhum projeto para abertura de uma nova loja em Coimbra ou na Figueira da Foz, adiantou a IKEA”.

A IKEA salienta que “continua a analisar e a explorar o seu plano de expansão nos próximos anos para Portugal, com especial interesse nos grandes centros urbanos”, confirmado o que tem sido reiterado por responsáveis da marca.

Lembramos que,  em Novembro de 2017, Helen Duphorn, a retail manager da marca em Portugal, garantiu  que a IKEA “não tem prevista a construção de nenhuma unidade nos próximos 18 a 24 meses”.

Entretanto, recordámos a IKEA que a abertura da loja em Coimbra estava prometida para 2018. O que aconteceu para a IKEA não ter cumprido essa promessa?

A IKEA Portugal contornou esta questão, reiterando o que tem afirmado nos últimos tempos:”Queremos continuar a crescer em Portugal e estamos a analisar como poderemos fazê-lo de forma sustentada e relevante para a maioria das famílias no nosso país, tendo em consideração as necessidades e tendências dos consumidores no mercado, frisa a insígnia. ”

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