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Movimento de cidadãos acusa ABMG de sucessivas falhas

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O Movimento Cidadania Democrática (MCD) acusa a empresa intermunicipal Águas do Baixo Mondego e Gândara (ABMG) de “sucessivas falhas”. Na sequência da notícia desta quarta-feira, que dá conta que os habitantes de Soure receberam a fatura da água depois da data-limite de pagamento, o grupo enviou ao Notícias de Coimbra um comunicado afirmando que a situação “não é novidade” e acontece também nos concelhos de Montemor-o-Velho e Mira.

“Face aos comunicados apressadamente apresentados pela empresa intermunicipal ABMG, referentes aos processos de pagamento de faturação dos serviços contratualizados pelos munícipes de Mira, Montemor-o-Velho e Soure, importa avivar a memória do Conselho de Administração desta empresa e, dos seus responsáveis autárquicos que a situação descrita nos referidos comunicados não é novidade, tendo sido prática recorrente desde o seu início”, lê-se no comunicado.

O MDC, anteriormente denominado por Movimento de Cidadãos pela saída da ABMG, fala de diversas “reclamações apresentadas pelos diferentes utilizadores / consumidores da água e saneamento básico”. Sustentando que “a situação referente à dificuldade de pagamento de prestação de serviços, não é apenas exclusiva dos munícipes de Soure, mas também extensiva aos restantes utilizadores dos concelhos”, questiona: se a “falha se deve ao serviço de impressão e emissão contratado importa questionar a empresa que presta este serviço se corrobora desta acusação sistemática, por parte da ABMG”. Se assim for, continua o documento, “questiona-se qual a razão pela não manutenção de um serviço que não demonstra competência nem responsabilidade, o qual muitas vezes penaliza o cliente, sem que o mesmo seja ressarcido dos prejuízos que obteve destes processos mal explicados”.

“Importa também não esquecer que a agravar esta inabilidade e inaptidão, recentemente a ABMG premiou os seus clientes com o aumento dos serviços que presta, sem a devida compensação da melhoria dos serviços prestados ou da eficácia e desenvolvimento das redes de abastecimento de água e saneamento básico. Relembra-se que foram estas as razões que justificaram a gestão deste tipo de serviços pelas três autárquicas, as quais legitimam estas práticas recorrentes, vindo posteriormente e “ penhoradamente” a pedir desculpas”, lê-se ainda no comunicado.

Para o Movimento de cidadãos, “as águas do Baixo Mondego e Gândaras, não só provocam danos em períodos de “cheia”, mas também desassossegam e demonstram desnorteamento sobretudo em relação a quem devia, por incumbência do cargo público que exerce, cumprir o que prometeu e e fazer
cumprir o desígnio da satisfação de um bem maior – a água”.

Refira-se que durante este mês de janeiro, veio a público que os clientes da ABMG de Soure receberam as faturas de novembro um mês depois de terem sido emitidas e com o prazo para pagamento ultrapassado. A empresa intermunicipal, que abrange Mira, Montemor-o-Velho e Soure, contactada pelo NDC atribuiu culpas à empresa de impressão e emissão contratada e deu conta do alargamento do prazo de pagamento.

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