O ator e dramaturgo brasileiro Juca de Oliveira morreu na madrugada deste sábado, 21 de março, aos 91 anos. A informação foi confirmada pela família.
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O artista encontrava-se internado na Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde 13 de março, depois de ter sido diagnosticado com pneumonia e problemas cardíacos, situação que acabou por se agravar nos últimos dias.
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Juca de Oliveira iniciou a carreira no teatro após ter abandonado o curso de Direito na Universidade de São Paulo. A estreia com a peça “Frei Luís de Sousa” abriu-lhe as portas do Teatro Brasileiro de Comédia, onde participou em produções como “A Semente” e “A Morte do Caixeiro Viajante”. “Descobri, naquele momento, que podia ser ator. Foi absolutamente genial”, disse ao “Memória Globo”.
Ao longo de décadas, destacou-se também na televisão, com participações em várias telenovelas de sucesso. Um dos papéis mais marcantes foi o do cientista Albieri, na novela “O Clone” (2001), personagem que se tornou amplamente reconhecida pelo público.
O ator integrou ainda produções como “Nino, O Italianinho”, “O Cara Suja”, “Paixão Proibida”, “Saramandaia” (1976), “Fera Ferida” (1993) e “Avenida Brasil” (2012), consolidando uma carreira de referência na dramaturgia brasileira.
O último trabalho em televisão aconteceu em 2017, na novela “O Outro Lado do Paraíso”, onde interpretou o Dr. Natanael Montserrat. Mais recentemente, participou também em documentários no cinema, como “Toquinho: Encontros e Um Violão” (2024) e “Milton Gonçalves: Além do Espetáculo” (2025), mantendo-se ligado às artes até aos últimos anos de vida.
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