O primeiro-ministro, Luis Montenegro, reiterou hoje que a participação de militares portugueses numa futura força de manutenção de paz na Ucrânia só será decidida mais tarde e apenas se for necessário.
Em declarações aos jornalistas no final de uma reunião da chamada Coligação da Boa Vontade, em Paris, o chefe do Governo garantiu que tal decisão será colocada “no processo de decisão interna”.
“Eu não estou com isto a adiantar que vamos chegar a esse ponto, porque pode nunca ser necessário, mesmo no contexto de uma paz consolidada”, vincou.
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