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Montemor-o-Velho tem Plano Local de Promoção e Proteção dos Direitos das Crianças e Jovens

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No dia 2 de fevereiro realizou-se no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Montemor-o-Velho a apresentação pública do Plano Local de Promoção e Proteção dos Direitos das Crianças e Jovens para o triénio 2015-2017.

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Na abertura da sessão o presidente da Câmara, Emílio Torrão, saudou as entidades presentes, deixou elogios “ao trabalho desenvolvido pela Comissão de Proteção das Crianças e Jovens (CPCJ) de Montemor-o-Velho e à dedicação e entrega dos técnicos municipais e dos elementos que compõem as comissões alargada e restrita da CPCJ do concelho” e destacou: “É uma equipa muito especial, com grandes méritos e resultados”.

Na ocasião, o presidente da Comissão Nacional de Proteção das Crianças e Jovens em Risco (CNPCJR), antigo juiz conselheiro Armando Leandro, também enalteceu, “com grande entusiasmo e admiração”, o trabalho desenvolvido pela comissão do concelho e pela preparação do plano e sublinhou: “Para termos qualidade humana temos que apostar na qualidade da infância” e nos locais onde “existem as CPCJ a criança está mais protegida”.

Ao relembrar o papel e a ação da CPCJ, a vereadora e presidente da CPCJ do concelho, Paula Rama, reiterou: “É nosso objetivo que este plano contribua, ao nível da prevenção primária, para a promoção dos direitos das crianças e jovens deste concelho, fundamentalmente rural, com realidades muito específicas que justificam as ações a levar a cabo no âmbito deste projeto e o envolvimento de toda a comunidade e dos parceiros que o integram”.

Ao lembrar todas as instituições que integram a CPCJ, Paula Rama revelou ainda que “de futuro se vai passar a contar também com um elemento da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Montemor-o-Velho” e reforçou: “[Hoje] é um dia muito importante para a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em risco de Montemor-o-Velho e para todas as crianças e jovens do nosso concelho”.

A exposição das crianças e jovens à violência doméstica e as dinâmicas familiares (dificuldades no exercício das competências/ responsabilidades parentais) vão ser os eixos prioritários de intervenção.

A sessão contou também com as intervenções de Maria de Fátima Duarte, interlocutora distrital da CNPCJR, de Maria da Graça Roque, Ana Cristina Jorge e do cabo Edgar Medina, que, no âmbito do projeto “Tecer a Prevenção”, apresentaram as fases de autodiagnóstico, diagnóstico local, problemáticas identificadas e eixos prioritários de intervenção, e de Júlia Simões que explicou, com maior detalhe, o Plano Local de Promoção e Proteção dos Direitos das Crianças e Jovens.

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