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Montemor-o-Velho desenvolve projeto educativo adaptado às necessidades locais

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A Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, no distrito de Coimbra, está a desenvolver um projeto educativo local para adaptar “a resposta educativa às necessidades do território”.

“O Município de Montemor-o-Velho continua a trabalhar para o futuro. E agora, após a revisão da Carta Educativa, e com os dados recolhidos, estamos já a desenvolver um projeto educativo local”, disse hoje à agência Lusa a vereadora da Educação, Diana Andrade.

A Câmara Municipal aprovou a Carta Educativa do Município de Montemor-o-Velho, na reunião do executivo, na segunda-feira.

Trata-se de um documento que, para além da caracterização socioeconómica do concelho e da rede dos edifícios e equipamentos educativos, inclui ainda um diagnóstico estratégico da rede educativa.

A ideia deste trabalho, desenvolvido em conjunto com a Universidade de Coimbra, consistiu em ouvir todos os ‘players’ da comunidade, com agrupamento de escolas, as diferentes instituições de ensino, os presidentes de Junta de Freguesia, as associações locais e os empresários, para que agora seja possível construir o projeto educativo local.

“Esta interação com os diferentes atores educativos e com a população tem sido essencial para que consigamos atingir o objetivo de definir respostas que vão ao encontro das necessidades do território, por forma a que as ofertas formativas e profissionais respondam às reais necessidades do mercado de trabalho”, explicou, Diana Andrade.

Será possível, deste modo, “delinear os caminhos a seguir ao nível da educação no concelho de Montemor-o-Velho”, acrescentou.

A vereadora indicou que, de acordo com a Carta Educativa, houve um ‘boom’ ao nível da natalidade nos anos de 2018 e 2019, no entanto, trata-se de uma situação “pontual” e que, “entretanto, vai regredir novamente”.

Diana Andrade adiantou que as necessidades nos jardins de infância vão ser “maiores”, devido a esse aumento significativo da natalidade.

“Temos jardins de infância que já refletem essa necessidade, em que se nós tivéssemos mais salas, mais crianças teríamos a ocupá-las, mas sabemos que isso vai ser transitório”, por isso, esta Carta permite “equacionar e definir toda a resposta educativa para o concelho, numa perspetiva para dez anos”.

Neste momento, aquilo que está a ser feito é a “recolha” da informação para perceber as necessidades do território, ouvindo as pessoas, cruzando a informação, por forma a fazer o projeto educativo para a próxima década.

A intenção é apresentar esse plano à comunidade, no último trimestre do ano.

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