O ministro da Administração Interna, Luís Neves, reúne-se hoje pela primeira vez com todos os sindicatos da PSP e associações da GNR num encontro que servirá para apresentar cumprimentos e auscultação de medidas prioritárias.
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Luís Neves vai receber os 16 sindicatos da PSP, inclusive aqueles que não têm direito a negociação com o Governo, e as seis associações da GNR.
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No caso dos sindicatos da PSP e como são em muito maior número, o ministro recebe individualmente os seis com poder negocial e os restantes em dois grupos.
Luís Neves já esteve reunido na passada quarta-feira com a Associação Sindical a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), o maior sindicato da PSP e que tinha abandonado as negociações com a anterior ministra Maria Lúcia Amaral, que acusou de não estar a cumprir o acordo assinado com o Governo em julho de 2024 e que previa, entre outras questões, a revisão remuneratória.
A ASPP, que tinha pedido uma reunião ao novo ministro, apresentou no primeiro encontro cumprimentos e o caderno reivindicativo com as principais prioridades para os polícias.
Numa altura em que está a iniciar “um ciclo de audiências” com os sindicatos da Polícia de Segurança Pública e associações da Guarda Nacional Republicana, o ministro escreveu nas redes sociais que considera essencial o contributo destas estruturas “para que as decisões públicas sejam tomadas com conhecimento da realidade do terreno”.
“A segurança constrói-se em conjunto. Os sindicatos e associações profissionais são parte desse esforço coletivo. Garantir boas condições de trabalho aos profissionais da PSP e da GNR é essencial para a segurança do país. Por isso, é minha prioridade ouvir quem está no terreno e trabalhar com todos na construção de soluções”, escreveu Luís Neves.
Na mensagem, o ministro referiu que os sindicatos e associações profissionais “têm tido um papel importante na defesa dos direitos, das condições de trabalho e da dignidade profissional dos polícias e guardas”.
Luís Neves sublinhou ainda que o contributo destas estruturas “é essencial para que as decisões públicas sejam tomadas com conhecimento da realidade vivida no terreno” e considerou que “a sua ação tem sido determinante para dar voz às preocupações legítimas destes profissionais e para contribuir para a melhoria das condições em que desempenham as suas funções”.
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