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Ministro da Cultura realça que investimento em Conimbriga permite valorização antes impossível

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O ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, realçou hoje que o investimento de cinco milhões de euros no museu e cidade romana de Conimbriga permitirá uma valorização do sítio arqueológico que não tem sido possível realizar.

“É uma oportunidade de fazê-lo com recursos que o país no passado não teve”, disse Pedro Adão e Silva aos jornalistas, durante uma visita ao Museu Monográfico de Conimbriga, a propósito da verba de cinco milhões de euros que o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) reserva para melhorar aquele complexo científico e turístico, no concelho de Condeixa-a-Nova.

Na primeira iniciativa de um programa para assinalar o Dia Internacional dos Museus, que hoje se comemora, o ministro da Cultura salientou “a importância de preservar a memória e o passado”, indicando que, no caso de Conimbriga e do seu Museu Nacional, vai ser possível, com os apoios do PRR, promover uma atualização dos processos de preservação.

“O poder dos museus continua a ser o mesmo, ao ligar o passado com o presente e o futuro” disse, citando o lema da celebração do Dia Internacional dos Museus.

A efeméride, salientou Pedro Adão e Silva, permite “marcar esse sinal de diversidade” dos museus, ideia em que assenta o programa cumprido hoje o titular da pasta da Cultura.

“Somos mais do que um museu, não nos circunscrevemos ao edificado”, afirmou, por sua vez, o diretor do Museu Monográfico, Vítor Dias.

Na sua opinião, “Conimbriga, com as suas singularidades, é um caso paradigmático” pela “pegada cultural e afetiva” que interliga diferentes gerações de investigadores e visitantes.

Fundado há 60 anos, o Museu de Conimbriga “ancorou e protegeu este sítio” ao longo dos tempos, sublinhou o arqueólogo Vítor Dias.

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