O Ministério Público voltou a pedir a condenação de Fernando Valente pelo homicídio de Mónica Silva. Em primeira instância, Valente tinha sido absolvido.
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O procurador-geral adjunto argumenta que o julgamento inicial não analisou corretamente a prova apresentada. Segundo este, a prova indireta, que não foi validada no primeiro julgamento, deveria ter sido considerada, sendo suficiente para que qualquer cidadão médio chegasse à convicção da culpa de Valente.
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O procurador pede a pena máxima de 25 anos de prisão.
Resta agora conhecer a decisão dos juízes desembargadores do Tribunal da Relação do Porto.
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