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Ministério da Saúde valoriza cooperação entre instituições no combate à pandemia

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O secretário de Estado adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, realçou hoje em Coimbra a importância de uma “resposta coletiva” à pandemia da covid-19 que tire partido da cooperação entre o Estado e diferentes instituições.

“O combate só pode resultar com uma resposta coletiva e integrada”, defendeu António Lacerda Sales, durante uma cerimónia na Sala do Senado da Universidade de Coimbra (UC) para assinatura de um protocolo de parceria com o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA).

Segundo a Universidade, o acordo “contempla a integração e o desenvolvimento” do Laboratório de Análises Clínicas da UC como laboratório parceiro do INSA e “um acordo para a execução específica da sequenciação do genoma” do SARS-CoV-2, o coronavírus causador da pandemia.

“Vivemos o desafio das nossas vidas”, disse Lacerda Sales, que estava acompanhado pelo reitor Amílcar Falcão, pelo presidente do INSA, Fernando Almeida, e pelo secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Alberto Sobrinho Teixeira.

Ao afirmar que “a cooperação institucional é determinante” para vencer o combate à covid-19, António Lacerda Sales considerou que “todos somos poucos” neste esforço nacional e da Humanidade.

O secretário de Estado recordou que o Governo, no âmbito da gestão da crise sanitária que atingiu Portugal em março de 2020, já investiu 8,4 milhões de euros no trabalho dos 145 laboratórios que asseguram testes em todo o país.

“Temos uma panóplia hoje muito diferente da que tínhamos antes da pandemia”, ao nível da testagem, com “mais 38 mil testes por dia”, sendo os laboratórios académicos responsáveis por 10%, o que permite “uma massificação da testagem consolidada”, salientou.

“A sequenciação de um maior número de amostras do SARS-CoV-2 é um imperativo nacional, para responder às orientações do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças, perante a emergência de novas variantes da covid-19, não só para avaliar a representação destas variantes, mas também para vigiar o aparecimento de outras”, explica a Reitoria da UC em comunicado.

No âmbito do projeto, a Universidade “vai colaborar na vigilância realizada pelo Instituto Ricardo Jorge a nível nacional”.

As duas entidades vão igualmente cooperar na formação avançada e pós-graduada, com a realização de projetos académicos conjuntos na área de investigação & desenvolvimento, a promoção do intercâmbio de colaboradores e especialistas, bem como a integração e o desenvolvimento do Laboratório de Análises Clínicas da UC enquanto laboratório parceiro do INSA, o primeiro com este estatuto a nível nacional.

O secretário de Estado João Alberto Sobrinho Teixeira, por sua vez, sublinhou que “a ciência mudou as nossas vidas” nas últimas décadas e defendeu que é preciso continuar essa “aposta no conhecimento”.

Sem os avanços da ciência, designadamente nas áreas da saúde, “não teríamos hoje um combate tão célere a esta pandemia”, afirmou.

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