Portugal

Milhares de trabalhadores unem-se para exigir melhores salários e pensões

Notícias de Coimbra com Lusa | 11 meses atrás em 18-03-2023

 Milhares de trabalhadores começaram a descer hoje a Avenida da Liberdade, em Lisboa, já passava das 16:00, em direção aos Restauradores, para reivindicarem aumentos salariais e das pensões, entre outras medidas, face ao aumento do custo de vida.

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A manifestação nacional convocada pela CGTP-IN tem como lema “Todos a Lisboa! Aumento Geral dos Salários e Pensões – Emergência Nacional”, para representar trabalhadores da administração pública dos setores das autarquias, educação, saúde e serviços públicos e também do setor privado, desde a indústria ao comércio, à hotelaria e alimentação, entre outros.

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“Costa, escuta: o povo está em luta” ou “o povo unido, jamais será vencido” são algumas das palavras de ordem que se ouvem entre os manifestantes que reclamam contra “os baixos salários”.

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Entre faixas onde se pode ler “contra a precariedade”, “por salários reais” ou “posto de trabalho permanente igual a vínculo de trabalho efetivo”, um grupo de mineiros canta em protesto, outros jovens que defendem que a luta “continua nas empresas e na rua” ou um grupo alargado, com vários pensionistas, que protesta contra “uma vida a trabalhar, as pensões estão a roubar”.

A manifestação foi organizada setores, tendo tido duas pré-concentrações, uma da Administração Pública, que partiu das Amoreiras, e outra dos trabalhadores do setor privado e do setor empresarial do Estado, que arrancou do Saldanha.

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Os trabalhadores seguiram rumo ao Marquês de Pombal, de onde partem agora pela a Avenida da Liberdade em direção aos Restauradores, onde estão previstas as intervenções da Interjovem e da secretária-geral da CGTP, Isabel Camarinh

Convocado em 17 de fevereiro, no protesto a intersindical exige o aumento dos salários e pensões “no imediato” de pelo menos 10% ou de 100 euros no mínimo para todos os trabalhadores, bem como a fixação de limites máximos nos preços dos bens e serviços essenciais e a taxação extraordinária “sobre os lucros colossais das grandes empresas”.

A manifestação nacional da CGTP acontece um dia depois de uma greve nacional da administração pública, convocada pela Frente Comum de Sindicatos, estrutura da CGTP.

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