Coimbra

Metro Mondego quer criar uma floresta urbana no Vale das Flores em Coimbra

Notícias de Coimbra com Lusa | 3 meses atrás em 07-12-2023

A Metro Mondego (MM), entidade responsável pelo futuro Sistema de Mobilidade do Mondego, pretende criar uma floresta urbana junto à ribeira do Vale das Flores, em Coimbra, segundo proposta que será analisada pela Câmara Municipal.

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O executivo da Câmara de Coimbra debate e vota na segunda-feira o plano da MM para o reforço da estrutura arbórea do parque da ribeira do Vale das Flores, onde está prevista a criação de uma floresta urbana, afirmou hoje a autarquia, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

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O plano, que foi encomendado a uma empresa dedicada à arquitetura paisagista, é considerado pelos serviços municipais como um trabalho “sustentável”, mas propõe um “conjunto de alterações condicionantes à aprovação” do projeto, referiu a Câmara de Coimbra.

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Caso o plano seja aprovado na reunião de Câmara, a MM passa a ter autorização para intervir nos terrenos de domínio municipal, durante o período necessário para a execução dos trabalhos previstos, esclareceu a autarquia.

Do projeto, os serviços municipais destacam a constituição de uma floresta urbana no Vale das Flores, “com a erradicação de espécies invasoras, replantação e densificação das áreas que foram sujeitas a intervenção cujas árvores morreram, plantação em espaços contíguos à ribeira do Vale das Flores, nomeadamente estabilização superficial dos taludes através da plantação de árvores e de arbustos e diversificação de ambientes”.

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O projeto prevê também a criação “de cortinas visuais que permitem diminuir o impacto dos vários viadutos e, consequentemente, mitigar a presença do automóvel no parque, a implementação de árvores junto dos percursos e dos arruamentos, oferecendo enquadramento visual e mitigando as temperaturas elevadas no verão através do ensombramento”, referiu o município.

No entanto, os serviços contestam a construção de paliçadas em taludes e colocação de toros de madeira para delimitação de caminhos e marcação de escadas, e consideram que em determinado acesso “deverá ser impedido o acesso de veículos não autorizados”.

No entender dos serviços municipais, entre outras propostas, “a zona de clareira não deve ter rega por aspersão, devendo apenas ser instalada rega de suporte aos elementos arbóreos em fase de implantação, e bocas de rega”, considerando que não é desejável “manter, artificialmente o prado verde”.

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