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Coimbra

Metro é essencial para garantir diminuição de emissões de CO2!

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A construção do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM) é decisiva para a diminuição da emissão de CO2 (gás que provoca efeito de estufa) no espaço da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra.

metro mondego

Esta é uma das principais conclusões do Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável (PAMUS) na Comunidade Intermunicipal Região de Coimbra (CIM RC).

Os contributos/parecer dos serviços da Câmara Municipal de Coimbra sobre os 2.º e 3.º relatórios intercalares e fichas de ações do PAMUS na CIM RC serão apreciados na reunião do executivo camarário agendada para o próximo dia 29.

Admitindo a concretização do chamado Metro Mondego, com o consequente aumento da transferência de utilizadores do transporte individual para o público e a articulação entre os restantes meios de transporte (CP e SMTUC), o PAMUS aponta para uma reestruturação da mobilidade que poderá traduzir-se numa poupança de 135.000 toneladas de CO2/ano, em 2023, cumprindo assim a meta estabelecida para a CIM RC.

Recorde-se ainda, a este propósito, que o presidente da CMC, Manuel Machado, anunciou, na última reunião de Câmara, que o Orçamento de Estado para este ano contempla 2,1 M€ para o SMM.

Entre vários outros aspetos que fazem parte do PAMUS, consta a construção da autoestrada Coimbra-Viseu, a conclusão do IC6, a melhoria da Linha Ferroviária da Beira Alta, a construção de uma alternativa à EN 17 (ligação V.N. Poiares – Coimbra) e a revisão das tarifas nas autoestradas A13 e A14.

Ainda no plano ferroviário, destaque para a proposta de criação de um serviço de Comboios Urbanos de Coimbra da CP. Este destina-se a fazer as ligações até Aveiro (servindo Mealhada), Figueira da Foz (servindo Montemor), Santa Comba Dão (servindo Mortágua) e Pombal (servindo Soure). Em articulação com o SMM, servirá ainda Miranda do Corvo e Lousã (e indiretamente Góis e Penela).

O conceito subjacente a este serviço passa pela definição de um limite de 60 minutos de tempo de circulação máximo a partir das diversas origens até Coimbra A e uma frequência na ordem de um serviço por hora.

Em Coimbra, o PAMUS propõe o abrandamento do ritmo do tráfego em áreas habitacionais ou comerciais com elevada utilização pedonal, através de medidas de natureza física e regulamentar, implementação de áreas com velocidade máxima de 30 km/h, zonas de coexistência, passadeiras sobrelevadas, semáforos, entre outras.

Já ao nível da mobilidade elétrica em Coimbra, propõe-se a reconversão de parte dos pontos de carregamento existentes para veículos em pontos de carregamento rápido, nomeadamente os localizados no núcleo central e próximo dos serviços públicos centrais. É ainda recomendada a alteração das infraestruturas viárias da cidade para aumentar a sua capacidade e descriminar positivamente os sistemas de transportes públicos através da criação de corredores BUS, implementação de sentidos apenas permitidos a estes veículos e de prioridade ao transporte público em cruzamentos com semáforos.

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