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Coimbra

Mercado de Sabores arranca na quarta-feira para apoiar produtores da Região de Coimbra

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O Mercado de Sabores da Região de Coimbra arranca ‘online’ na quarta-feira, decorrendo, numa primeira fase, até outubro, numa iniciativa para apoiar os produtores dos 19 concelhos da região, foi hoje anunciado.

Numa nota de imprensa, a Comunidade Intermunicipal (CIM) Região de Coimbra explica que, através dos CTT e do ‘shopping online’ Dott, o Mercado de Sabores visa “apoiar os produtores deste território, promovendo um canal digital de escoamento de produtos”, numa atividade integrada na distinção desta região como Região Europeia da Gastronomia 2021-2022.

O Mercado de Sabores da Região de Coimbra conta com produtores dos vários municípios da CIM, que terão disponíveis, entre outros produtos, o Queijo Serra da Estrela DOP (denominação de origem protegida) de Oliveira do Hospital e Tábua, o Queijo Rabaçal DOP de Penela, o vinho da Bairrada e Dão, a doçaria conventual de Coimbra, o mel da Lousã e a aguardente de Medronho da Pampilhosa da Serra.

Associada à Região de Coimbra – Região Europeia da Gastronomia 2021-2022, Mercado de Sabores “tem como objetivo dar a conhecer o melhor dos produtos que este território tem para oferecer, ajudando também os produtores da Região de Coimbra a fazer o escoamento dos seus principais produtos e, desta forma, minimizar os efeitos da crise económica causada” pela pandemia de covid-19, refere a nota.

“Enquadra-se, igualmente, no projeto europeu ‘Food Corridors’, liderado pela CIM Região de Coimbra, e que pretende estudar novas formas de criação de corredores alimentares e canais de escoamento”, adianta o documento.

Citado na mesma nota de imprensa, o presidente da CIM da Região de Coimbra, José Carlos Alexandrino, refere que “a gastronomia é uma das mais fortes manifestações do quotidiano e dos valores de uma região, materializando histórias e tradições em aromas e sabores”.

Nesse sentido, atividades como o Mercado de Sabores da Região de Coimbra podem “contribuir para a valorização da cultura local, do turismo, criação de emprego e outros benefícios materiais e imateriais”, defende o também presidente da Câmara de Oliveira do Hospital.

Já o administrador executivo dos CTT, João Sousa, afirma acreditar que “este formato digital de feiras e ‘showrooms’ se irá manter no futuro como complemento às habituais feiras físicas”, realçando o “papel crítico que desempenham na manutenção de cadeias de comunicação e logística vitais para a economia e a sociedade portuguesa”.

Ainda na mesma nota, o CEO do Dott, Gaspar D’Orey, realça o orgulho de, mais uma vez, com a CIM e a ajuda dos CTT, levar “o melhor da região de Coimbra a todos os portugueses do continente e ilhas, proporcionando, assim, e com apenas um clique, uma forma de alargar as vendas destes produtores, mas também de divulgar estes certames e as suas regiões para Portugal inteiro”.

A distinção da Região de Coimbra como Região Europeia da Gastronomia 2021-2022 “contribuirá para a concretização de um conjunto de objetivos que permitirão uma maior afirmação e sustentabilidade, quer ao nível da gastronomia, quer a nível económico, ambiental e social”, adianta a mesma nota.

A chanfana, a lampantana, o cabrito, o leitão, a lampreia, o pescado da Arte Xávega, a sardinha da Figueira da Foz, o arroz do Baixo Mondego, os queijos DOP – Rabaçal e Serra da Estrela, a doçaria conventual, o mel, os enchidos, o vinho e a cerveja artesanal são os produtos que fazem parte do ‘bid book’ de candidatura da região.

 

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