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Saúde

Média diária de infeções sobe para mais de 36 mil

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A média diária infeções subiu em Portugal para mais de 36 mil nos últimos cinco dias e todas as regiões estão com um nível de transmissão do SARS-CoV-2 superior a 1, indicou hoje o INSA.

Segundo o relatório semanal do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), a média diária de infeções está agora nas 36.048 a nível nacional, uma subida em relação à semana anterior, quando se situava nos 30.050 casos.

Por regiões, a taxa de incidência acumulada a 14 dias é mais elevada na Madeira, com 8.933,8 casos por 100 mil habitantes, seguindo-se o Norte (5.258,8), Lisboa e Vale do Tejo (5.040,0), o Centro (3.394,9), o Algarve (3.288,1) e os Açores (2.331,1).

De acordo com o INSA, o índice de transmissibilidade do vírus (Rt) – que mede o número médio de casos secundários resultantes de um infetado – está acima do limitar de 1 em todas as regiões do país, sendo mais elevado nos Açores (1,25).

O Norte apresenta um Rt de 1,14, o Centro de 1,12, o Alentejo de 1,11, o Algarve de 1,14, a Madeira de 1,18 e Lisboa e Vale do Tejo de 1,05, o mais baixo das sete regiões do país.

“Portugal apresenta a taxa de notificação acumulada de 14 dias superior a 960 por 100 mil habitantes e um Rt superior 1, ou seja, uma taxa de notificação muito elevada e com tendência crescente”, conclui o relatório sobre a cuva epidémica e a transmissibilidade do vírus SARS-CoV-2.

A covid-19 provocou pelo menos 5,57 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 19.496 pessoas e foram contabilizados 2.118.125 casos de infeção, segundo a última atualização da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral e, desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta em novembro, tornou-se dominante em vários países, incluindo em Portugal.

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