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Mealhada congratula-se com alteração do modelo de gestão da Mata do Bussaco

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O presidente da Câmara da Mealhada, Rui Marqueiro, congratula-se com a aprovação, em Conselho de Ministros realizado ontem, do novo modelo de gestão da Mata Nacional do Bussaco, conforme havia sido prometido à Autarquia, pelo ministro do Ambiente, em agosto de 2020. 

O novo modelo de gestão implica que o Governo, através do ministério que tutela as Florestas, indique o presidente do conselho diretivo da Fundação da Mata do Bussaco (FMB), cuja composição terá também representantes dos ministérios da Economia e da Cultura. A Câmara da Mealhada vai também continuar a estar representada no conselho diretivo.

A componente de financiamento é fortemente alterada, “introduzindo-se aqui alguma justiça, porque não fazia sentido ser uma autarquia a ter a maior responsabilidade num monumento nacional, que é património do Estado. E com a agravante do Estado estar impedido de fazer transferências financeiras diretas para a Fundação encarregue da gestão deste património”, sublinha o presidente da Câmara da Mealhada.

“Como se viu, com a ausência de turismo no Bussaco, por causa da pandemia, a Fundação Mata do Bussaco (FMB) ficou praticamente sem receitas próprias”, conclui o autarca.

Desde que assumiu os destinos da autarquia mealhadense, em finais de 2013, que o Executivo de Rui Marqueiro foi apoiando, constantemente, a FMB, nomeadamente em obras de recuperação, substituindo-se, muitas vezes, ao Estado, na componente nacional. “Tivemos que dar sempre este apoio à FMB nas mais diversas situações, desde a candidatura à UNESCO à recuperação do Convento de Santa Cruz que, como é público, estava num tal estado de degradação que originou até a que um quadro valiosíssimo de Josefa D?Óbidos tivesse ardido, perdendo-se esse enorme património, o que a meu ver podia ter sido evitado se tivesse havido um maior cuidado”, lamenta Rui Marqueiro.

Com 105 hectares, a Mata do Buçaco foi plantada pela Ordem dos Carmelitas Descalços no século XVII, encontrando-se delimitada pelos muros erguidos pela ordem para limitar o acesso. A gestão deste património está entregue à Fundação Mata do Bussaco, atualmente presidida por Guilherme Duarte, vice-presidente da Câmara Municipal da Mealhada.

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