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Coimbra

Mau cheiro em Coimbra sem solução à vista

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O presidente da Câmara Municipal de Coimbra disse hoje que está de mãos atadas em relação ao cheiro a bagaço de azeitona que tem inundado a cidade. José Manuel Silva respondia ao vereador Francisco Queirós, da CDU, que, durante a reunião do executivo que decorreu no Centro Social e Paroquial da Pedrulha, na União de Freguesias de Coimbra, abordou o assunto.

O vereador referiu-se ao “odor que em diversos momentos atinge a cidade” e que é proveniente de uma unidade de transformação de bagaço de azeitona, em Alcarraques, na União das Freguesias de Trouxemil e Torre de Vilela. “Em momentos anteriores houve intervenção da própria câmara, nomeadamente com fiscalização”, sustentou Francisco Queirós evidenciando que a unidade fabril cria problemas “que vão para lá do odor que é notório” e que “numa cidade como a nossa alguma coisa tem de se fazer”.

“A verdade é que não há uma legislação nacional de odores, não temos propriamente forma de atuar”, afirmou José Manuel Silva, confirmando que o odor “é desagradável, estende-se a toda a cidade e toda a gente já o conhece”. “Felizmente é transitório”, acrescentou. 

“A Comissão Europeia está a estudar essa matéria, pode ser que no futuro possamos dispor de um outro ordenamento jurídico que permita outra intervenção”, afirmou o presidente do Município de Coimbra, adiantando que neste momento a fábrica está a funcionar legalmente e só se poderia agir se o cheiro fosse de origem “particularmente insalubre ou que pusesse em risco a saúde pública”. 

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