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Autárquicas

Manuel Machado diz que Barbosa de Melo é cúmplice dos ataques do Governo aos trabalhadores da Administração Pública

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A UGT – Coimbra e o candidato do PS à Câmara, Manuel Machado, coincidem no diagnóstico: o Governo Coelho/Portas é uma ameaça para a qualidade das funções do Estado e o líder da atual gestão autárquica PSD/CDS, Barbosa de Melo, tem estado ao lado dessa política. “É urgente travar quem quer dar cabo dos serviços públicos no país e em Coimbra”, afirmou Manuel Machado, através da sua candidatura.

A nota de imprensa do socialistas refere  que “aumento do desemprego em Coimbra desde que a coligação PSD/CDS governa o município, as tentativas do Governo de Pedro Passos Coelho para despedir funcionários públicos e o recente chumbo da “Lei da Requalificação” pelo Tribunal Constitucional estiveram no centro do encontro entre Manuel Machado, candidato do PS à presidência da Câmara, e a UGT – Coimbra, coordenada por Ricardo Pocinho.

“Não há sítio no país onde a política do Governo PSD/CDS tenha efeitos mais nefastos do que em Coimbra”, considerou o candidato do PS. “Uma economia que em boa parte se sustenta na qualidade dos serviços de saúde, na qualidade dos serviços de ensino em todos os escalões, na qualidade da investigação científica e na qualidade dos serviços de coordenação regional é, naturalmente, a primeira vítima de um ataque do PSD e do CDS às funções do Estado”, afirmou Manuel Machado.

Para o candidato socialista, a violência deste ataque a uma parte tão relevante da população ativa da cidade e do concelho só encontra paralelo, pela negativa, com a cumplicidade com esta política que tem sido revelada pelo atual presidente da Câmara, Barbosa de Melo. “Tem sido um cúmplice, e um cúmplice ativo, na tentativa de desmantelar os serviços públicos em Coimbra”, acusou Manuel Machado. E enumerou os casos em que Barbosa de Melo promoveu, direta ou indiretamente, despedimentos: fecho de estações dos CTT no concelho, escolas do ensino pré-primário e básico que não conseguem corresponder às necessidades das famílias, serviços de saúde que perderam os profissionais necessários para o bom desempenho das suas missões, etc.

Da reunião mantida com o coordenador da UGT – Coimbra, Ricardo Pocinho, resultou igualmente o diagnóstico de que, com a política de despedimentos seguida nos últimos anos, os serviços regionais sediados em Coimbra perderem capacidade técnica para desempenharem com qualidade as suas missões na cidade e na região. “É urgente travar quem quer dar cabo dos serviços públicos no país e em Coimbra”, concluiu Manuel Machado.

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