Escolas

Manifesto por uma educação não violenta é hoje entregue ao Governo

Notícias de Coimbra com Lusa | 2 anos atrás em 25-02-2022

Um manifesto por uma educação não violenta assinado por 22 organizações e com mais de 800 assinaturas individuais é hoje entregue no Ministério da Educação, propondo um “pacto social” por uma educação de qualidade.

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“O presente manifesto é, acima de tudo, uma proposição para que construamos um pacto social em defesa da Educação de qualidade”, afirma-se na carta aberta que é entregue hoje no Ministério, juntamente com o “Manifesto por uma Educação Não Violenta”, dizem os organizadores da iniciativa em comunicado.

As organizações que propõem o documento sugerem a criação de um Fórum Permanente para uma Educação Não Violenta por meio da cooperação entre comunidade escolar, poder público e sociedade civil.

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E pedem também, segundo o comunicado, que os canais de denúncia sejam melhor divulgados, que haja transparência nos encaminhamentos dos casos relatados de violência, e que se garanta “um melhor acolhimento às denúncias, oferecendo apoio a toda comunidade escolar e às famílias envolvidas”.

O manifesto tem como proponentes as organizações Coletivo Andorinha – Frente Democrática Brasileira em Lisboa, Diáspora Sem Fronteiras, Casa do Brasil de Lisboa, Brasileiras Não se Calam, Rede Sem Fronteiras, Plataforma Geni, Associação Lusofonia Cultura e Cidadania (ALCC) e Coletiva Maria Felipa.

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Foi lançado na última sexta-feira, chamando a atenção para a violência em contexto escolar e pedindo mais formação para professores e funcionários.

O documento surge na sequência de um caso de agressão a uma criança com necessidades especiais, por parte de uma funcionária, numa escola em Odivelas, em janeiro, mas o objetivo das associações é chamar a atenção para o problema da violência em contexto escolar.

No manifesto, as organizações sublinham que do caso ocorrido em Odivelas surgiram outras denúncias de situações de violência que mostraram que em causa não estava uma situação isolada, mas um problema mais abrangente que resulta de uma desatualização da pedagogia.

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