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Nuno diz que Manuel não dá nada, nada, nada pelas Repúblicas de Coimbra

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Repúblicas de Coimbra poderão ser vendidas no mercado imobiliário a curto-prazo devido à omissão do Município de Coimbra que não procedeu à classificação dos imóveis das Repúblicas como Património Municipal até 31 de Dezembro de 2017, conforme estipulava a lei n.º 42/2017 (Regime de reconhecimento e protecção de estabelecimentos e entidades de interesse histórico e cultural ou social local), informa Nuno Freitas em comunicado enviado a NDC.

FANTASMAS

Segundo Nuno Freitas “a omissão da Câmara Municipal tem graves custos patrimoniais e culturais para Coimbra”, lembrando o carácter único das “Repúblicas de Estudantes que só Coimbra tem”. “É incompreensível no Ano Europeu do Património Cultural e num programa coerente para consolidar e projectar Coimbra como património mundial da UNESCO” e depois da própria Assembleia Municipal de Coimbra ter chamado a atenção sobre o assunto, por iniciativa do PSD, em 2016.

A República dos Fantasmas e a República Rapó-Taxo têm já propostas imobiliárias de venda que confrontam os “repúblicos” com a sua eventual saída a curto-prazo. A República “Prá- Kis-Tão” tem igualmente um processo de venda em curso pelo senhorio, indica o líder da Concelhia de Coimbra do PSD.

O PSD reuniu já com representantes das Repúblicas e da Junta de Freguesia de Sé Nova e tem agendada uma reunião com o Presidente da DG da Associação Académica de Coimbra nos próximos dias. Além disso, o PSD vai confrontar o Executivo Municipal “para a gritante ausência de protecção às Repúblicas de Coimbra por manifesto desinteresse e inacção, pedindo aos Vereadores do PSD, Somos Coimbra e CDU que se unam para denunciar e alterar o posicionamento da Câmara Municipal”.

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