O candidato presidencial Marques Mendes afirmou hoje querer ter uma liderança “firme, mas tranquila”, defendendo que tal o distingue dos seus adversários na corrida a Belém.
“Acho que isto faz muito a diferença hoje em Portugal. Nós temos alguns candidatos que são tranquilos, mas não são líderes, e nós temos outros que podem ter algum tipo de perfil de liderança, mas querem fomentar permanentemente a intranquilidade em Portugal”, afirmou o candidato apoiado por PSD e CDS-PP.
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Mendes falava num jantar-comício na Lousã (distrito de Coimbra), onde discursou também o vice-presidente dos sociais-democratas e ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz.
Luís Marques Mendes defendeu que “o país precisa e merece tranquilidade” e por isso tem insistido em duas questões que considera essenciais: a moderação e a estabilidade, mesmo que admita “não serem mediáticas”.
Numa intervenção que começou depois das 23:00 e demorou mais de meia hora, o candidato deixou também um apelo aos portugueses que votarão nas presidenciais de forma antecipada no próximo domingo, reiterando a importância do valor da experiência.
“Dou-vos um exemplo: alguém que nunca passou pelo governo, que não tem experiência governativa, pode ser Presidente da República? Poder, pode, mas não é a mesma coisa comparado com alguém que tem experiência governativa”, defendeu.
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