Cidade

Lisboa, Coimbra e Covilhã dançam hoje pelo fim da violência contra as mulheres

Notícias de Coimbra | 10 anos atrás em 14-02-2014

O movimento “One Billion Rising”, que luta pelo fim da violência contra as mulheres e que se realiza hoje, em todo o mundo, vai ter palco também em Portugal, estando agendadas iniciativas em Lisboa, em Coimbra e na Covilhã.

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As estimativas das Nações Unidas indicam que uma em cada três mulheres é vítima de algum tipo de violência ao longo da vida, o que soma mil milhões de mulheres em todo o mundo. Por isso, o desafio que é colocado hoje é que mil milhões de pessoas (ou mais) se unam e protestem a nível global, através da dança, contra a violência que afeta as mulheres.

Em Portugal, estão agendadas seis iniciativas: uma em Lisboa, às 18:30, na Estação Ferroviária do Rossio, outra em Coimbra, às 18:00, no Centro Comercial Solum, e quatro na Covilhã – às 10:00, na Escola EB23 de Tortosendo, às 10:30, na localidade de Peraboa, às 12:00, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade da Beira Interior, e, às 15:50, na Associação de Socorros Mútuos.

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Neste último caso, vai ser realizado um filme com idosos em que será abordada a temática da violência sobre mulheres e em que os idosos vão cantar e dançar pelo fim da violência de género.

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Em Lisboa, a iniciativa conta com o apoio da eurodeputada Ana Gomes e de associações como a Associação de Apoio à Vítima (APAV), a Associação Portuguesa de Mulheres Juristas, a Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual e Transgénero (ILGA), a Amnistia Internacional, a União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) e a Companhia do Chapitô, entre outras.

Pelo mundo, 169 países dos seis continentes vão também aderir à iniciativa, incluindo a Albânia, o Benin, a Bolívia, a República Dominicana, a Geórgia, a Guiana, a Jamaica, o Lesoto, o Luxemburgo e a Eslovénia, que se juntaram, pela primeira vez, ao evento.

A campanha “One billion rising for justice” (www.onebillionrising.org) surgiu depois de a dramaturga norte-americana e autora do livro “Os Monólogos da Vagina”, Eve Ensler, ter visitado a República Democrática do Congo, país onde há uma grande incidência da violência contra as mulheres e onde estas curam as feridas através da dança.

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