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Linhas Cruzadas em Coimbra pode ser um “sucesso de programação integrada”

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O projeto cultural Linhas Cruzadas, em Coimbra, pode ser um caso de “sucesso de programação integrada”, disse hoje, naquela cidade, a subdiretora Geral das Artes, Ana Carvalho.

O projeto Linhas Cruzadas, que une quatro associações culturais de Coimbra – O Teatrão, Jazz ao Centro Clube (JACC), Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC) e Casa da Esquina, com o apoio da Câmara Municipal de Coimbra (CMC) e da Direção-Geral das Artes (DG Artes) – procura “fomentar cruzamentos entre as atividades das quatro entidades e, através da articulação, cooperação e troca artística, oferecer ao público” da cidade “um novo espaço de criação, experimentação e fruição das artes”.

Para Ana Carvalho, que falava aos jornalistas depois de ter participado numa “reunião de trabalho” com a vereadora da CMC responsável pelo pelouro da cultura, técnicos da autarquia ligados ao setor e com representantes das quatro associações envolvidas no projeto, “Coimbra soube responder muito bem”.

Linhas Cruzadas é um “projeto estruturado e que parece ser de longo prazo”, sublinhou a subdiretora da DG Artes, admitindo, por isso, que possa vir a ser apoiado pela administração central, “mantendo-se os parâmetros” dos respetivos concursos para a atribuição de apoios.

Além disso, “a prática de dois anos e cooperação de diversas entidades” no projeto também deverá “refletir-se” na apreciação da candidatura a apoios, adiantou Ana Carvalho, escusando-se a prever qualquer data para a abertura e realização do respetivo concurso.

“O projeto Linhas Cruzadas é importante para Coimbra, mas também para as artes em geral”, sustentou, por seu lado, a vereadora da CMC responsável pelo pelouro da cultura, Carina Gomes.

Durante a “reunião de trabalho” de hoje foram debatidas questões relacionadas não só com “a continuidade” de Linhas Cruzadas, mas também com a sua “estabilidade”, afirmou a autarca, sublinhando a “disponibilidade” manifestada pela DG Artes “para aceitar e analisar a candidatura” do projeto à obtenção de apoios.

Linhas Cruzadas promoveu “a primeira grande atividade pública”, em setembro de 2013, através da iniciativa Território Dentro de Nós, na Baixa da cidade de Coimbra, com uma programação que incluiu música, teatro e vídeo.

O projeto “saiu à rua” e “trabalhou com a comunidade, com as pessoas da Baixa de Coimbra e da própria cidade, com uma programação diversificada”, que pretendeu “comunicar e levar as pessoas a pensar o espaço público”, como salientaram, então, os seus promotores.

O próximo evento está agendado para o início do verão, disse Carlos Antunes do CAPC.

A DG Artes atribuiu, para 2014, às quatro entidades pertencentes ao projeto Linhas Cruzadas, no âmbito do Acordo Tripartido celebrado com a CMC para os anos 2013 e 2014, um apoio de cerca de 211 mil euros, disse à agência Lusa a diretora de Serviços de Apoio às Artes, Mónica Guerreiro, que também participou na reunião.

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