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Política

Juventudes do PS, PSD e CDS-PP e partidos Livre, IL e PAN convocam manifestação de protesto contra invasão da Ucrânia

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As juventudes do PS, PSD e CDS-PP, e os partidos Livre, IL e PAN organizam na tarde de domingo uma manifestação em frente à embaixada da Rússia, em Lisboa, para protestar contra a invasão da Ucrânia.

Em comunicado, assinado pela Juventude Socialista (JS), Juventude Social-Democrata (JSD), Juventude Popular (JP), Livre, Iniciativa Liberal e PAN, as entidades organizadoras convocam para as 15:00 de domingo uma manifestação em frente à embaixada da Federação Russa, “em profunda condenação da invasão militar” contra a Ucrânia.

“Apelamos a uma resolução multilateral e pacífica deste conflito que respeite a soberania dos povos e dos Estados. Por isso, repudiamos a guerra e a invasão russa da Ucrânia, assim como as repetidas provocações e as ameaças de retaliação do Presidente russo, Vladimir Putin, e do seu aliado bielorrusso Alexander Lukashenko”, sustentam os dinamizadores do protesto.

Sendo a Ucrânia um Estado “livre, soberano e independente”, a invasão em curso é “um ato ilegal, ilegítimo e imoral”.

“Está sob ameaça não só a segurança de todos os ucranianos, como também a soberania e integridade territorial da Ucrânia e a vontade do seu povo, expressa em eleições democráticas”, acrescenta a nota, exortando a comunidade internacional a ser “clara, firme e determinado” no apoio à população ucraniana, nomeadamente através de ajuda humanitária.

“Seremos muitos a condenar a guerra e a pedir a paz”, finalizam os organizadores.

A Rússia lançou hoje de madrugada uma ofensiva militar em território da Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já provocou pelo menos meia centena de mortos, 10 dos quais civis, em território ucraniano, segundo Kiev.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a “operação militar especial” na Ucrânia visa “desmilitarizar e desnazificar” o seu vizinho e que era a única maneira de o país se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário, dependendo dos seus “resultados” e “relevância”.

O ataque foi de imediato condenado pela generalidade da comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), União Europeia (UE) e Conselho de Segurança da ONU.

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