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Coimbra

JSD pretende que Coimbra seja a capital política de Portugal

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Jovens de Coimbra levam moção ao congresso nacional da JSD com várias propostas para combater o centralismo que dizem sufocar o país.

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Para a estrutura distrital da JSD Coimbra “ao longo das últimas décadas, as desigualdades têm vindo a crescer. A assimetria que separa o país limita, também, as oportunidades individuais de cada um”. Os jovens de Coimbra entendem que “o atual estado centralista, e sufocante, deve envergonhar qualquer social democrata e, principalmente, a JSD que não pode continuar a ver um interior cada vez mais desertificado, que se esvazia de pessoas e oportunidades”.

A JSD Distrital de Coimbra leva ao Congresso Nacional da JSD uma moção defensora da descentralização e da regionalização. Para aquela estrutura “a ideia de todo o Poder centralizado num enorme Terreiro do Paço é obsoleto e prejudicial ao país. Cabe à JSD liderar os políticos nacionais num movimento de redistribuição do poder”.

Para os jovens de Coimbra, Portugal deve “seguir o exemplo da Austrália, Holanda ou Estados Unidos e separar o poder político do poder económico, instalando a capital política numa outra cidade que não Lisboa, porventura Coimbra seria até a cidade que, pela sua centralidade, melhores condições reuniria”.

A JSD de Coimbra vai mais longe e defende que “os órgãos do estado e da soberania, como a Presidência da República, a Assembleia da República, os Ministérios, os Tribunais Superiores e Constitucional e as Empresas Públicas devem ser distribuídos por todo o território nacional”.

Na sua moção, a estrutura propõe também a “criação de legislação que conceda benefícios nos concursos para empregos públicos locais aos residentes nos concelhos sujeitos a decréscimo populacional e a premiação dos funcionários públicos residentes nos concelhos do interior com uma melhoria salarial por trabalharem e residirem, ao mesmo tempo, no dito concelho”. A redução da TSU para as empresas de mão-de-obra intensiva instaladas verdadeiramente no interior é outra das propostas daquela estrutura.

A JSD Distrital de Coimbra critica fortemente o modelo seguido pelo governo socialista que lançou um programa Start-Up Portugal esquecendo “a definição de estratégias especificas para cada região” e que veio defender a “eleição direta somente dos líderes das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto esquecendo as restantes regiões do país”.

Para aquela estrutura é urgente “avançar com um processo de regionalização onde impere a eficiência e a redução de custos.”

Segundo os jovens de Coimbra a Regionalização deve servir “para aumentar a democracia, o escrutínio e a transparência nacional, servindo também para reduzir o número de políticos e de défices nacionais crónicos”. A JSD de Coimbra acredita que deverá ser imposta “a criação de uma Lei de Bases da Regionalização que obrigue a uma redução do número de funcionários públicos, a uma gestão sem défice e a representantes regionais eleitos pelas pessoas e não pelo aparelhismo centralista”.

Defendendo que “cabe à JSD provocar a verdadeira ruptura que a sociedade portuguesa espera” os jovens social democratas de Coimbra não acreditam num país que se possa desenvolver através do abandono de grande parte do seu território. É condenável e irresponsável continuar a seguir esta política que tem vindo a concentrar pessoas e riquezas numa única cidade, limitando e empobrecendo Portugal”.”

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